“E eu desejo amar todos que eu cruzar pelo meu caminho. Como eu sou feliz, eu quero ver feliz quem andar comigo.” Lispector, Clarice

Path foi lançado em novembro do ano passado e lá pelo dia 18 meu amigo early adopter trend hunter Marcus “Marky” Cardoso me apresentou o aplicativo. Ele também tinha me mostrado o Instagram, que bombou em 2011 e foi eleito o app do ano. É, o Marky é desses.
Vou te dizer, achei o Path uma bela bosta. A ideia era pra ser um anti-Twitter, limitando seus contatos a 50 pessoas. Bem, para isso é só fazer uma lista e voilá, você tem um Twitter de 50 pessoas que importam.
Mas o ano passou e as coisas mudam, especialmente opiniões. Comecei a ficar com ressaca de Social Media. Não da coisa em si, mas do excesso de informação (essa coisa linda que foi batizada de infobesidade). Mesmo usando o Echofon para dar mute em todo mundo cuja vida não me interessa (mas se eu der unfollow vai ter mimimi) a coisa não tá funcionando. No Facebook a mesma coisa acontece, toda hora eu “cancelo a assinatura” do feed de alguém.
Então comecei a me perguntar (e aos outros também): depois desse inchaço todo das listas de contato espalhadas pelas redes de relacionamento a tendência agora é oposto? Pouco é o novo muito? Is small the next big thing?
Aí que entra o Path. Esse mês ele sofreu uma bela garibada. Parece que o Instagram e o Facebook tiveram uma noite louca de amor e depois de uma gravidez de 12 meses nasceu o novo Path.
Path, para quem matou as aulas de inglês, quer dizer caminho. E a premissa dele é essa. Tá, a citação lá em cima não é da Clarice, mas tem tudo a ver com o conceito do Path. Você compartilha o seu Path com quem compartilha a sua vida. Essa é a premissa do aplicativo.
Mas a lindeza da coisa não reside aí. Path é um tudo-em-um. Como o Instagram, ele só existe mobile. Não sei vocês sabem mas o clichê que corre por aí é “O futuro é mobile”. Ao contrário do Instagram, Path é disponível para IOS e Android. Mas a característica mais instagrâmica de todas são os filtros hipsters já embutidos. Vem um set básico e alguns são pagos (como no Camera+).

Do outro pai, o Facebook, ele herdou alguns elementos de design, como o banner e a bandeja lateral de navegação. Só que o Path é muito mais bonito que o pai. Tem também atualização de status, música que você está ouvindo, seu estado de espírito e tals.
Mas o Path não é o único nadando contra a corrente. Existe ainda o Touch, que não usei mas a minha filha nº 8 curtiu muito. E tem o Arrived, uma espécie de Foursquare discreto que você só compartilha com quem quer. Mas esse aí eu não curti não. Database pesado que não combina com 3G cagado.
E agora, honestamente, eu curti o Path. Veio de encontro a algo que tô buscando: uma network de qualidade e consistente. Só amgs. Minhas pessoais regras para essa nova rede social:
- Eu tenho que gostar de você.
- Eu já fui a sua casa ou você a minha (de preferência as duas coisas).
E você: já instalou, vai instalar ou nem? Qual sua opinião sobre essa tendência minimalista que surge na rede-mundial-de-computadores, a Internet?
.quem escreveu
- FABIO REX @fabiorex veja + posts do autor




Instalei no meu Android, gostei.
É bem simples de usar, e já encontrei alguns amigos por lá.
Mas vou usando enquanto o instagram não chega ao android.
abrs!
Gostei, cara, vou baixar pra experimentar