É exatamente isso que você leu aí acima. A fadiga do Facebook parece ser uma coisa tão massiva agora que acabaram de inventar um aplicativo assassino/suicida que só pode ser resultado desse cansaço geral que a mais popular rede social do mundo vem causando nas pessoas (e pesquisas indicam que essas pessoas são justamente a faixa mais jovem da população facebookiana).
O app se chama Social Roulette e faz exatamente aquilo que a roleta russa da vida “analógica” faz: coloca a sua própria vida à disposição da sorte. Segundo a página do aplicativo, toda vez que você brincar com ele, há uma chance em seis de você ver sua página do Facebook sumir do mapa da web.
Na verdade, o que o joguinho faz não é exatamente apagar sua página do ~feice~, mas é quase isso.
Por um acaso você sabe cozinhar um ovo? E dar um nó em uma gravata? A geração Millennials, aquela que é narcisista, preguiçosa e alienada, não sabe!
Parabéns, jovens!
O Yahoo e o Mashable se uniram para descobrir as questões que mais intrigam os ME ME MEs, e durante o mês de maio (até o presente momento), sondaram e listaram as 10 perguntas que a galera entre 18 e 35 anos mais busca na internet. Será que você já se pegou perguntando alguma coisa assim?
1. O que é um meme?
A gente se recusa a responder isso. Porque né?

Vira e mexe aparece alguém na sua timeline falando que vai agitar um bazar porque tá fazendo uma limpa no armário porque 1) cansou de suas roupas, 2) acabou comprando e nunca usou ou 3) quer juntar grana desde já pra parcelar o futuro iPhone6. Isso fora a galera que vende objetos pra modo de conseguir fazer a mudança de apartamento sem perder muito dinheiro com isso.
Pensando em facilitar as coisas, o brasileiro Diego Zambrano criou o Bondsy, um aplicativo que faz a vez dos bazares. Funciona como uma rede social e reúne pessoas interessadas em vender, comprar e inclusive trocar qualquer tipo de objeto que você imaginar.
O Bondsy é free, mas está disponível apenas para iOS por enquanto (dissemos “por enquanto! calma aí povo do Android e do Windows Phone!).
Com toda tecnologia existente na face da terra, uma coisa que parece boba, mas ainda nos deixa vidrados em frente a tela do computador, é saber e ver em tempo real o que está acontecendo ao redor do planeta.
Ciente disso, o Wikipedia criou um mapa para ilustrar em qual parte do mundo e que artigo as pessoas editaram por último na plataforma. Tá bom vai, na verdade eles dizem que não conseguem mapear todo mundo e que funciona “quase em tempo real”, mas mesmo assim é muito legal e dá pra acabar com a produtividade gastar um tempo pirando nesse real time enciclopédico.

A captação não é perfeita devido à forma de inscrição no Wikipedia. Ou seja, o mapa só pode controlar as alterações feitas por usuários que não são registrados, o que representam entre 15 a 20 por cento do total das edições. “O usuário é identificado pelo IP e a partir daí estes endereços são traduzidos para aproximar a localização geográfica de quem editou um determinado assunto”, dizem os criadores da ferramenta Stephen LaPorte e Mahmoud Hashemi em um post no blog do mapa.
O ~Tribunal das Redes Sociais ~ do dia superou todas as expectativas. Sim, porque caso você ainda não tenha lido em alguma timeline sobre os tais “100 reais”, senta que lá vem história.
Tudo começou quando essa moça tuitou isso aqui:
Homens, qual a dificuldade em chamar a moça pra jantar, só vc e ela, em um restaurante que saia por mais de 100 reais?
— Farofa Kosher (@mariafarofa) May 10, 2013
Daí vem primeiro a reação imediata em resposta direta ao tuíte:
Vocês bem sabem que tudo que se acessa na internet, incluindo aí este próprio texto que vos tecla, é salvo em seu HD como informação do que vocês costumam acessar, curtir, compartilhar, enviar e receber… E todo esse volume de dados é, com consentimento de todo mundo aí, vendido para grandes empresas que ganham MUITO, mas MUITO mesmo, dinheiro com isso. Daí vem um carinha chamado Federico Zannier que teve uma ideia meio assim… épica! Não exatamente pelos efeitos práticos dela, mas por sua provocação.
“Em 2012, o lucro da indústria de publicidade com nossas informações foi de 30 bilhões de dólares em 2012, só nos Estados Unidos. Eu, pessoalmente, lucrei 0 dólares com minhas informações”, diz Zannier.
Por que não então vender meus dados eu mesmo?, pensou ele, e daí surgiu a mais nova campanha do Kickstarter.
Vira e mexe vemos spoilers de novelas, filmes e séries no Twitter. E aí dá aquela vontade de carinhosamente pegar a pessoa pelo pescoço e… Pois bem, para a nossa alegriaaaa, uma garota de apenas 17 anos chamada Jennie Lamere acabou de inventar um programa que vai acabar de vez com esse problema na nossa vida.
O Twivo é um sistema que permite que você censure os tweets que contenham menções dos seus programas favoritos. É só você adicionar em um campo disponível na ferramenta as palavras-chave que você não quer que apareçam na sua timeline e voilá! Ele bloqueia o post e você vai poder acessar a sua TL na paz.
Por mais que muita gente tenha tentado explicar os motivos pelo qual um vídeo, uma imagem ou qualquer outra coisa viraliza, a resposta a essa questão simplesmente não existe. Aliás, o segredo do sucesso de um viral é algo hoje tão valioso quanto a fórmula da Coca-Cola. Mesmo assim, ainda tem uma galera correndo atrás dessa receita.
A pesquisa “How Stuff Spreads” (“Como As Coisas Se Espalham”), feita pela agência gringa Face Group, acaba de sair do forno e na busca frenética por informações mais precisas de como podemos viralizar algo, reuniu dados de dois dos maiores memes globais (será?): “Harlem Shake” e “Gangnam Style”.
Ao analisar e cruzar as informações do impacto e da propagação dos memes no Twitter, Facebook e grupos de discussão (tudo através da ferramenta Pulsar Trac), eles chegaram em oito características comuns entre eles:
É bem possível que a essa altura você já tenha visto passar pela sua TL a capa mais recente da revista Time. Mas só em caso do seu feed andar meio desatualizado, vamos te dar um F5 amigo:
Não, não se trata exatamente da geração #mimimi. Mas desse “Me Me Me” das fotos de espelho de elevador no Instagram, de oversharing no Facebook e de pessoas sentadas em uma mesa de bar imersas em seus respectivos smartphones. Ou, para ser mais específico, a chamada geração Millennials, uma evolução de grupos anteriores: baby boomers, X e Y.
Na extensa matéria de Josh Sanburn na revista, várias pesquisas são cruzadas e especialistas (muitos deles psicólogos) são entrevistados ~por motivos de~: tentar entender qual é o perfil dessa geração e que o nosso presente/futuro tem a ver com isso. Descrita no texto como uma geração tão excitante quanto ameaçadora, os Millennials são uma realidade que, daqui pra frente, tende a mudar completamente a maneira como as pessoas convivem em sociedade.
Algumas conclusões são realmente assustadoras reveladoras e tentamos elencar as principais aqui:
Você é dos que entra cedo na TL e vai logo disparando no teclado aquele “bom dia”? Então aqui vão algumas notícias de seu interesse:
1) Existe um site holandês que te dá bom dia em várias línguas. O GoodMornings tem como missão na Terra difundir “bom dia” pra tudo quanto é gosto. A ideia é simples: você manda seu vídeo curtinho, falando “bom dia” e, caso eles selecionem, voilá, seu “bom dia” entra no ar. Só pra pontuar que o projeto já tem 130 vídeos e nenhum deles está em português. Submete seu “bom dia” lá povo!
2) Você não está só. Segundo o Topsy, há uma média de 57 mil tuítes de “bom dia” a cada dia que nasce.
3) Mas é claro que dar “bom dia” nas redes sociais sofre sua cota de bullying. Essa é aqui é do Indiretas do Bem:
E aí? Já deu “bom dia” hoje?
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