por SANSEVERINI | 24 maio 2012

PARKING DOUCHE, MULTAS SOCIAIS, KURB KARMA E A SÍNDROME DO PEQUENO PODER 2

O Parking Douche é um aplicativo pra Android que por enquanto é exclusivo da Rússia (sem previsão de disponibilidade pra outros países) e a premissa dele é assim: Você viu um carro mal estacionado? Tire duas fotos. Uma do carro mal estacionado e outra da placa e poste no app. Ele funciona meio que como um castigo pra quem estaciona mal e você pode ver os carros e placas de quem já estacionou “igual o nariz”. Já postamos inclusive sobre um web app, o Multas Sociais que tem a mesma função e é made in Brazil.

 

O questionamento todo da gente gira em torno de uma pessoa expor a vida de outra pessoa (desconhecida) que independente de dirigir mal ou ser só um bbk não deveria (ou merecia) um “castigo” assim. Precisamos considerar vários fatores como: Você gostaria que fizessem isso com você? Você se acha superior por ter o “poder nas suas mãos?” Acima de tudo, você realmente precisa fazer isso? São muitas perguntas que deveriam ser respondidas antes de tirar o celular do bolso e divulgar a vida de alguém.

Em contrapartida os developers do bem criaram o Kurb Karma. Um app pra iPhone que conecta uma pessoa que acabou de sair de uma vaga de estacionamento a uma pessoa que precisa dessa (ou outra) vaga. Genial? SIM!

O app dá pra conectar com o Facebook ou com um e-mail. Primeiro você diz se você está saindo de uma vaga ou procurando uma. Se você está saindo de uma vaga é só completar as informações como: o tamanho da vaga é pequeno, médio ou grande, se é estacionamento pago, qual o seu carro (modelo e cor). Se você está procurando um lugar pra estacionar é só colocar o modelo e a cor do carro que ele diz onde tem vagas por perto. Ainda é possível dar notas pras vagas das pessoas e chegar até a vaga com ajuda do mapa deles.

O único problema é que eles ainda não lançaram a versão do brasileira do aplicativo. Ele funciona por aqui, mas não funciona perfeitamente.

 Tá vendo como a gente pode usar a internet pra fazer o bem?

Quem escreveu:

LETÍCIA SANSEVERINI / @sanseverini

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