* Por Kaluan Bernardo e Carol Alves
A INTERNET ESTÁ TE DEIXANDO LOUCO? VEJA QUAIS SÃO OS TIPOS DE LOUCURA MAIS COMUNS DE QUEM VIVE CONECTADO
A sociedade é louca, a web mais ainda. Uma vez online, você pode fazer absolutamente tudo o que tiver vontade. É com tamanha liberdade que a loucura pode nascer e crescer nas nossas queridas cabecinhas humanoides. Alguns pesquisadores já associam a maneira como a gente se comporta nas redes sociais à loucura, e outros apontam que o comportamento online nos leva a apresentar uma performance social pouquíssimo verdadeira. Aos poucos, percebemos que estamos ficando cada vez mais viciados e dependentes disso tudo. Sherry Turkle, especialista em comportamentos sociais na era da tecnologia, explica em Alone Together (Juntos Sozinhos) que, apesar de criarmos tecnologias muito inspiradoras, constantemente permitimos que elas nos diminuam como humanos. TODOS CHORA! Com esse pensamento, buscamos os problemas psicológicos (diagnosticados por nós mesmos) mais recorrentes nas redes sociais para tentar entender as loucuras dos tempos digitais. Veja se você se identifica com algumas ou todas elas…
Disclaimer: a marca Prozac é patenteada e pertence à empresa que a registrou. Em tempo: não estamos incentivando ninguém a tomar Prozac, PELAMOR!
DOENÇA: SÍNDROME DA VERGONHA ALHEIA
DIAGNÓSTICO: É o prazer em ver ou colocar o outro em situação de humilhação, sofrimento, ridículo, constrangimento, dor ou qualquer situação vexatória. Essa doença é o que move sites como o Pérolas do Orkut e, em grande parte, os vídeos do YouTube e suas webcelebridades bizarras.
SINTOMAS: Praticar cyberbullying, falar mal de celebridades, trollar ou hatear o próximo, rir da cara de quem se fode na web, repassar vídeos vexatórios do YouTube etc.
NO DIVÃ: Igor Pucci, 27 anos, editor do Pérolas do Orkut (que traz registros de momentos vergonhosos dos Orkuts alheios), diz que todo o conteúdo do site é enviado pelos leitores. “98% do que eu recebo é env iado por meninas querendo denegrir as amigas. É bem claro pra mim: elas só fazem isso por pura inveja. Recebo muita coisa que é impossível publicar, por causa do conteúdo extremamente forte e impróprio; mas não tem jeito, é isso o que o leitor quer ver. A minha missão não é expor o outro ao ridículo, e sim divertir os leitores.”
DOENÇA: STALKISMO CRÔNICO
DIAGNÓSTICO: Se na vida real pegaria mal ficar perseguindo aquela sua ex-namorada na rua (até porque você poderia ser preso), na internet essa prática não só é liberada como incentivada.
As redes sociais praticamente foram feitas pra isso. No Twitter, por exemplo, você literalmente segue as pessoas. SINTOMAS: Passar o dia (ou boa parte dele) xeretando o perfil de amigos, ex-namorados ou pessoas que você nem conhece ao vivo. Preocupar-se mais com a vida alheia do que com a própria.
NO DIVÃ: Paciente que não quis se identificar, 24 anos, analista de mídias sociais. “Quando o meu último namorado foi viajar pro Rio com a família, cheguei a criar 3 fakes para adicionar os irmãos e irmãs dele para sa ber mais detalhes do que fariam, se iriam para a balada, se ele estaria junto com eles… Fakes com propriedade, fotos, passado, histórico, um mês antes da viagem, para que houvesse certa intimidade. A centralização de tudo no Facebook e no e-mail é maravilhosa. Notificações enviadas por e-mail, histórico de conversas gravados no Facebook, a publicidade
de todos os atos… Essa mania de novo-rico publicar milhares de fotos de viagens, dar check-in em lugares da moda, querer mostrar o que faz e aonde vai aos amigos… RESOLVE a vida do stalker. Não
me sinto mal, há uma certa dissociação entre os comportamentos e a culpa. Acredito estar no direito de vasculhar a vida de quem está comigo.”

DOENÇA: BIPOLARIDADE WÉBICA AGUDA
DIAGNÓSTICO: Se na vida real muitas coisas são efêmeras, na internet elas são o quê? As redes sociais tornaram as coisas mais rápidas, superficiais e voláteis. Nesse cenário, os sentimentos perdem a profundidade e,
às vezes, o valor.
SINTOMAS: Na internet você é BFF de todo mundo, mas mal fala com as pessoas na vida real. Ou, de um dia pro outro, resolve terminar um relacionamento apenas mudando o status no Facebook.
NO DIVÃ: Mayra Siqueira, 20 anos, auxiliar administrativa. “Eu tinha um namoro que, aparentemente, era superfeliz. Toda hora nos falávamos por Facebook, Orkut, MSN e Twitter. Mas, certo dia, o cara simplesmente sumiu. Parou com as várias mensagens de texto, não se conectou mais no MSN ou em qualquer uma das redes sociais e não me ligou. Por uma semana, fiquei sem ter notícias. Até que, ao final dessa semana de silêncio, descobri, pelas atualizações de Orkut e Facebook dele, que ele estava namorando há algumas semanas. O pior é que a tal namorada era minha amiga há anos. Para toda causa e efeito, eu era a outra, e ela a oficial. Depois daquilo, nosso último contato foi apenas por mensagens no Facebook, onde ele dizia que não poderia mais falar comigo porque a namorada proibiu – e bloqueou todos os meus contatos. Foi assim que a internet marcou o fim do meu relacionamento.”
DOENÇA: ESQUIZOFAKISMO
DIAGNÓSTICO: Hoje a gente não se define mais por uma ou outra tribo – todo mundo é multifacetado e acostumado a criar, senão uma, várias identidades diferentes nas redes sociais. Na internet você pode ser quem você quiser, e sua vida nas redes sociais costuma ser muito bem editada.
SINTOMAS: Você tem um perfil fake no Twitter mas não um próprio, você usa um avatar que não condiz com a sua realidade (muito photoshopado ou de outras pessoas ou personagens), você tenta ser alguém que não é – e isso lhe causa angústia.
NO DIVÃ: Ariane Freitas, 21 anos, @arianefreitas, @lovemaltine e @hatemaltine. “Eu tinha só um perfil no Twitter, que era o @lovemaltine. E sempre falei demais por lá. Fiquei tão viciada que, por um bom tempo, figurei em primeiro lugar no ranking dos brasileiros que mais tuítam. Só elevei isso a outro nível quando comecei a exteriorizar minhas personagens na internet. Num ataque de suposto bom-senso, criei o @ArianeFreitas com a intenção de ser profissional, manter aberto, poder colocar em currículo e tudo o mais. Então eu comecei a ‘surtar’ e a colocar a hashtag #hatemaltine nos tweets, numa vibe engraçada. Tava nervosa? Falava um monte de absurdos com a tag. Então criei o @hatemaltine, e foi a melhor definição para mim até hoje, porque é muito real. Sou muitas mesmo, as mais variadas possíveis, e a minha maior felicidade é conseguir expor todas elas, cada uma à sua maneira, e criar seus círculos de amizades e tudo o mais. É bizarro, mas é isso.”
DOENÇA: DIGITOC
DIAGNÓSTICO: O que fazer com a imensa quantidade de coisas disponíveis a um clique de distância da gente? TENTAMOS ORGANIZÁ-LAS A TODO CUSTO! Fotos, mp3, pastas, e-mails, seriados etc…
SINTOMAS: Ficar constantemente organizando e catalogando coisas na sua vida digital e ter a sensação de que nada está organizado (pastas, músicas, feeds, favoritos), não conseguir ler um texto no Word se ele não estiver na sua fonte preferida… Tudo precisa estar do seu jeitinho.
NO DIVÃ: Patrick Estrabom, 25 anos, empreendedor. “Percebi que tinha TOC quando comecei a organizar meus mp3 todos pra poder colocar no meu iPhone… que eu nem tinha ainda. Claro que acabei comprando um, mas antes tive que me preparar estrategicamente para essa transição. Tenho essa mania de organizar tudo primeiro pra depois consumir. Mesmo que o arquivo seja deletado depois, ele foi organizado primeiro. Nada fica bagunçado no meu desktop. Recentemente tive um surto com o meu Google Reader, não tinha mais tempo pra ler os blogs, não conseguia mais organizar a leitura, e agora, de 200 inscrições, fiquei só com 50… Tudo organizadinho em suas devidas categorias. Eu também tenho essa mania de gerenciar pessoas. Gosto de ter um número certo de contatos na minha conta do Orkut, por exemplo. Nunca pra mais e nem pra menos… Quem não serve mais, eu deleto. Também tenho a constante necessidade de deixar uma pegada digital, onde quer que eu vá, através do Twitter, Instagram ou Foursquare.”
DOENÇA: TRANSTORNO DE POSSESSÃO
DIAGNÓSTICO: Na rede, com toda essa cultura do free e a disponibilidade, “a um clique”, de arquivos, posts e ideias alheias, nem sempre a apropriação das coisas dos outros é vista como algo errado. Mas, mesmo que todos os nossos amiguinhos estejam fazendo o mesmo, apropriar-se de coisas que não nos pertencem ou são protegidas é uma séria doença wébica. SINTOMAS: Querer ter a internet inteira no seu HD, baixar tudo que não é seu, roubar contas e senhas, invadir sites, hackear perfis no Twitter, copiar posts sem dar crédito, kibar tuítes alheios, enfim: apropriar-se de qualquer conteúdo virtual de terceiros.
NO DIVÃ: Fernando Henrique Costa, 19 anos, estudante de engenharia. “Eu favorito cada pedaço de 120×120 de pixel que encontro. Um fato que eu percebo – e mesmo assim não me faz parar – é que, quanto mais armazeno, mais difícil fica procurar o que realmente era importante nesse bolo de informações. Com downloads a coisa é parecida. Eu só não baixo a internet inteira porque não consigo. Sempre gostei de armazenar filmes, setup de programas, jogos que eu nunca joguei, softwares que eu baixo só para ver como são. Acho tudo prazeroso. Eu fico feliz quando favorito algum site ou quando vejo um download concluído – é como se parte da internet estivesse no meu HD e eu não precisasse mais ficar procurando. Não quero parar com isso, não acho algo ruim.”
DOENÇA: SÍNDROME DO “NÃO POSSO PERDER”
DIAGNÓSTICO: Mais! Mais! Agora! Eu quero tudo agora! Nossa ânsia de querer abraçar o mundo é potencializada pelo alcance da rede e das tecnologias. É normal termos a sensação de estar perdendo algo a todo momento – a internet é infinita e não desliga nunca.
SINTOMAS: Você se sente afogado pelo excesso de informação, sente que está sempre perdendo algo, deixa pelo menos 50 abas abertas no navegador, acorda e já abre o Twitter, se ficar sem internet um dia tem palpitação…
NO DIVÃ: Lalai, 37 anos, publicitária. “Sou ansiosa por natureza, mas a internet colaborou para acentuar ainda mais isso. O problema é a sensação de estar sempre perdendo alguma novidade. Estou sempre com o celular, gosto de tudo que um smartphone oferece, menos falar. Acordo e já checo todas as redes sociais possíveis. Mas, quando viajo, desabilito o celular, porque conectada eu simplesmente tenho dificuldade pra relaxar. Sofro tanto por estar em uma mesa com pessoas, e ficar na indelicadeza de espiar o tempo todo o celular,
que eu me coloquei num programa de reabilitação criado por mim mesma. Hoje, eu tento guardar o celular na bolsa. Até impus uma regra em casa: ‘sempre que houver jantar com amigos, todos, sem exceção, deixarão o celular numa cestinha
e só o acessarão em caso de emergência’. Assim a gente se curte mais, porque no final é bem triste olhar para uma mesa cheia de gente com cada um no seu mundo particular, conectados com pessoas que não estão ali.”
DOENÇA: SÍNDROME DO “SOU FODA”
DIAGNÓSTICO: As redes sociais foram feitas pra alimentar o seu ego: elas materializam e explicitam o seu poder em forma de números (seguidores, likes, views etc.) e criaram a cultura dos 15 megabytes de fama, em que qualquer um pode se tornar uma (web)celebridade. Os egos, obviamente, ficam exacerbados, e as pessoas estão o tempo todo tentando ser melhores que as outras, julgando, tentando se vender, ser fodonas e provar que merecem um lugar ao sol neste constante reality show que nunca perde a graça.
SINTOMAS: Só falar da vida pessoal compulsivamente, postar autorretratos em demasia, só se interessar por assuntos que envolvam a sua pessoa, fazer de tudo e qualquer coisa por 1 kilobyte de fama, desejo de se autoafirmar e mostrar que é mais inteligente que os outros (olá, trolls!), compartilhar todo e qualquer check-in do 4Square etc.
NO DIVÃ: Lucas Celebridade, 25 anos, estudante e webcelebridade [lucasfamapop.blogspot.com]. “Acho que nasci pra ser o foco! O Lucas Celebridade é a externação dos meus sonhos. O assédio dos fãs que me chamam de MUSO, a notoriedade por onde passar, ser reconhecido. É incomensurável essa sensação de fama, glamour… Mas eu quero mais! A única coisa que coloquei na internet sem imaginar que causaria efeito foi a foto de minha casa, que culminou numa mobilização mundial [N.E.: a mobilização foi nacional] para reformá-la. E deu certo! Minha casa não é uma mansão, mas está totalmente renovada e linda. Meus ensaios sensuais temáticos causam alvoroço! Minha vida mudou muito, mas apesar disso eu ainda vivo em lan houses para postar minhas coisas.”
DOENÇA: FAIL FOBIA
PROZACS: 4
DIAGNÓSTICO: Na internet, a gente tá constantemente produzindo provas contra a gente mesma. O que é publicado na internet ficará guardado pra sempre nos anais do Google, e isso faz com que muita gente tenha medo de se transformar em um gigantesco FAIL ou motivo de chacota na web…
SINTOMAS: Sentir-se deprimido por não poder falar o que pensa, tentar ser outra pessoa apenas pra agradar, ser demitido porque falou merda na web, medo de ser trollado, medo de sofrer bullying, medo, medo, medo…
NO DIVÃ: Amanda Karoline, 19 anos, designer/ ilustradora. “Antigamente não media palavras no Twitter, falava mal do que eu queria, falava muita coisa desnecessária, não me preocupava com a língua portuguesa, aderia aos memes da internet com tamanha frequência que chegava a perturbar muitos dos meus seguidores. Depois que comecei a pensar em fazer alguns trabalhos freelance como
designer, vi que essa conta @frngrr poderia me prejudicar de infinitas maneiras. Tenho que tomar cuidado o tempo inteiro – qualquer um pode ser um chefe ou cliente em potencial. Como diz uma música da minha banda preferida, Mew: ‘half the world is watching me’ (metade do mundo está me olhando). Cabe a mim controlar o que o mundo vê”.
COMENTANDO O CASO: Ana Estela, recrutadora de repórteres da Folha de S.Paulo. “A Amanda está sendo prudente e madura. E com razão. Ela agora tem preocupações profissionais, e a sua imagem passa a ser importante. Então é preciso mesmo pensar no que vamos expor ao público. E isso não surgiu com as redes sociais. Antes delas, também havia essa duplicidade de atitudes. Por exemplo, uma garota durante o ensino médio talvez subisse na mesa, fizesse discursos e até tirasse a blusa num protesto estudantil, mas dificilmente faria o mesmo num ambiente profissional ou no meio da rua.”
OUTRAS DOENÇAS COMUNS
Coprolalia – Tendência de proferir palavras obscenas ou fazer comentários geralmente considerados socialmente depreciativos… principalmente nas caixas de comentários de blogs alheios.
Síndrome Maníaca – Acomete macmaníacos e fanboys em geral.
Sonambulismo – Também conhecida como “VAI DORME”. Tendência a não dormir nunca porque a internet é muito legal e eu não quero desconectar nunca.
Xenofobia – Acomete os preconceituosos que usam demais o termo “orkutização” de qualquer coisa.
Síndrome de Cotard – Doença em que o indivíduo acha que está morto. Acomete principalmente fãs de quadrinhos, filmes e seriados de zumbi.
Acumulação compulsiva – De amigos, de seguidores, de page views etc.
.quem escreveu
- youPIX @youpix cultura de internet, pessoas e pixels veja + posts do autor














Muito Bom! Acho que eu sofro de Sindrome do “não posso perder” mais isso explica a escolha da minha profissão: Social Media…hahahahaha
Wow, nao fazia a minima ideia que existiam tantas doenças cibernauticas! É realmente muito interessante ler tudo isso Muito bom, dos melhores artigos que já pude ler sobre essa matéria e nesse blog!
Adorei mesmo!
Beijos,
Claudia
[...] E para mostrar que agente não tem transtorno de possesão (pelo menos dessa doença agente escapou) fizemos um ctrl c ctrl v da youpix [...]
Parabens queridos…parecem profissionais…mas cuidado tem gente realmente sofrendo psicologicamente com esses comportamentos, alguns alias bem perversos, que na verdade não deveriamos expor nem ne net nem fora dela. Vcs acertam em muitos pontos, mass seja como brincadeira, seja como uma pontinha de verdade, lembrem-se que a tecnologia é muito muito nova e nenhum desses "brinquedinhos" existiam aqui no Brasil a 6/7 anos atras. A Sherry Turkle, que vcs citam por exemplo é uma das poucas pesquisadoras AMERICANAS nessa area. Aqui no Brasil, só nós psicologos do NPPI da Puc de São Paulo fazemos pesquisas academicas sobre esse assunto a mais de 5 anos. Aí é pra gente que sobra os e-mails de esposas que sobrem porque encontram fotos do marido transando com os sapatos…rsrs Lembrem-se vc pode sonhar que é o super homem, mas se resolver por a capa vermelha e sair voando certamente vai cair…rsrss ou seja, nem todo comportamento ensaiado na net é pra ser transposto pro real…rsrs
Bjss
Ainda bem que a minha doença esta ai (Síndrome de Cotard) se não estivesse eu iria ficar muito louca com vocês. ;)
[...] , porque você pode ser você, sem filtros e sem medo de falhar – e todos sabemos o quanto o FAIL wébico pode nos custar, né manolos? :) De acordo com o criador do 4Chan, esse ambiente de livre [...]
Excelente publicação!
[...] máquina de espionagem! Veja aqui. Estamos ficando loucos por causa da internet e isso é sério. Veja aqui. Passarinhos (de verdade) já podem tuitar. Por bacon. Pois é. Woodstock virou aplicativo pra [...]
kkkkk adorei ! Descobrir q tenho várias síndromes!!! Mas q sou louco eu já sabia. ;)
ótimo post! dps só verifiquem a formatação pq ali no final o Sonambulismo ficou no mesmo tópico que a Síndrome Maníaca e a Síndrome de Cotard ficou no mesmo tópico da Xenofobia.
parabéns!
atraves deste post, descobri q tenho ESQUIZOFAKISMO (pois sou @GataAgressiva e @LeonardoBelens), sofro tb de DIGITOC e SÍNDROME DO “NÃO POSSO PERDER”.
em toda festa to com o smartphone na mão, e como a leitora relatou: uso ele pra tudo, menos pra fazer ligação.
Agora vocês correm e fazem um apanhado de psicoterapeutas virtuais pra oferecer pra galera porque, né??? TODO MUNDO MUITO DOIDO! hehehehehe
Adoreeeeeeeeeei!
Internet pode deixar louco!
e famoso tbm!
[...] Veja o Post aqui do YOU PIX [...]
AUSHuashdasuhdASUHDASUHDaUHDAsudhAsuhdasuhdauhdASUhdasHDasuhDASUHdasuh!!!
Faltou citar o próprio ato de falar sozinho achando que as pessoas ligam. MUITO FODA o post! Tenho umas 5 síndromes, no mínimo.