Você também ama dormir com o barulhinho da chuva? Não precisa mais se preocupar se o tempo está seco, ensolarado ou o que for: sua canção de ninar for grown ups já tá garantida. O site Raining.fm é uma rádio só com som da chuva caindo, perfeito pra você dar aquela relaxadinha… Leve o notebook pra cama e se joga nos braços de Morfeu!
(Aviso: Não nos responsabilizamos por xixi na cama!)
Atenção manolo, está aberta a temporada em que candidatos políticos querem seu corpo voto a qualquer custo! Com as eleições pra prefeito e vereador chegando, candidatos bizarros, famosos e desconhecidos que ficaram nas entocas o ano todo estão de volta. Agora, eles querem entrar no seu ~espaço cibernético~ pra te convencer de que votar neles é a melhor coisa do mundo. #mtoloco
Foi em 2009 que o STE liberou a internet para uso de políticos e suas politicagens e 2010 foi o primeiro ano em que os candidatos puderam fazer uso indiscriminado da internet pra divulgar seus projetos de governo, fazer campanha e aliciar mobilizar eleitores. Apesar dos grandes gênios digitais contratados pra orientar essas campanhas, no corre-corre pelo pódio, rolaram mais erros do que acertos, deixando na cabeça do brasileiro um grande trauma em relação à primeira eleição!
Por isso, resolvemos reunir em um grande post tudo o que pode ou não fazer na internet em uma campanha política, tanto do ponto de vista legal, quanto do ponto de vista da ética, bom-senso e n00bismo.
Pra começar, é legal entender o que o Superior Tribunal Eleitoral considera oficialmente que é propaganda eleitoral na internet e o que ele permite que os candidatos façam do ponto de vista legal na rede. Além das coisas que são leis e, portanto, indiscutíveis, criamos aqui uma espécie de FAQ com os itens mais comuns que aparecem nas nossas redes sociais e ~comolidar~ com eles.
Se liga:

Esse é, de longe, o app mais bizarro da semana. Ele tenta transformar sua timline em uma progamação de rádio, literalmente. Funciona assim: ele pega as músicas do seu celular ou computador e vai tocando de fundo, enquanto uma voz robótica igual à moça do Google Translate lê os seus tuítes. O resultado é bizarro demais!
O é app é muito legal pra quem é cego e quer saber o que tá rolando no Twitter enquanto ouve uma boa musiquinha. Fora isso, ele só é engraçado. A menos que você seja absurdamente viciado em Twitter e precisa saber do que tá acontecendo até mesmo enquanto faz alguma coisa importante, como dirigir.
De qualquer jeito, vale o teste só pra rir muito da voz da mulher. Baixe aqui.
Pra muita gente, uma das principais funções do Youtube é ouvir música. Pra facilitar a vida de quem faz isso, acaba de surgir o TUBALR. Pra usar é fácil: coloque o nome do artista no campo de busca, selecione se só quer ouvir O artista ou similares e pronto! Sua rádio personalizada com todas as infindáveis versões de qualquer canção à sua disposição. :)

por Kaluan Bernardo

Nos anos 80, quando a disco tava estourando e todo mundo queria ter um visual futurista, os The Buggles explodiram com “Video Killled the Radio Star“. Todo mundo curtia aquela modernidade que os caras faziam questão de mostrar na canção. O poder das estrelas da rádio, que as gerações anteriores tanto amaram, estava morrendo graças àquela coisa ultra moderna chamada televisão, que prometia matar todas as mídias. E os The Buggles cantavam isso sem parar, com seus sintetizadores fazendo o “funeral da rádio”.
O tempo passou e chegamos nos anos 10 do século seguinte.
A rádio não morreu e vai muito bem, obrigado. A TV teve sua fama e celebridades, mas ela não matou ninguém. Nós ainda não subimos em um carro voador como mostravam os filmes da época, mas temos a rede mundial de computadores (sic).
Clique pra continuar lendo
Sabe quando a única diversão da galera era o rádio? Rolavam uns seriados de suspense/medo que faziam mega sucesso… O Brad é um cara fascinado por esses shows desde pequeno, então ele decidiu montar sua própria rádio na interwebz, a Horror Theatre, pra poder dividir todo o acervo que ele tem, que totaliza mais de 500 horas de áudio!!! É muito legal! Fora que combina com esse dia feio de hoje, neam…

Será que dá pra passar um ano inteiro vivendo de um jeito completamente 2.0? A PIX vai mostrar a saga de Anderson Luis – professor universitário na área de comunicação, artes e design e pesquisador da web 2.0 – e revelar até onde ele consegue ir usando só aplicações online.
Pipipipi… Pipipi… Pontualmente às sete da manhã meu despertador online soa estridente pelo quarto, me fazendo despertar de uma até então revigorante noite de sono, que acaba em um tropeço antes que eu alcance o mouse a fim de fazê-lo parar, ainda a sibilar em meus ouvidos o adorável som da contagem de carneirinhos que na noite passada me havia feito adormecer.
Mais um dia longo e desgastante pela frente, antes de qualquer coisa abro minha agenda, passo o olho rapidamente pelos meus compromissos, corro até a cozinha e sigo para o banho, me perguntando por que ainda não inventaram um computador à prova d’água.

Enquanto coloco minhas roupas, dou um play na minha rádio predileta, e novamente o pipipi… pipipi… Será que dá para trocar o som dessas coisas? Olho para o computador e nada, dessa vez é a chaleira me informando que a água já ferveu. Faço um café e encho uma volumosa xícara, enquanto como um pedaço de pudim e leio as manchetes no jornal.

Pipipi… Pipipi… Meu segundo despertador me avisa que é hora de sair. Como o tempo voa pela manhã…
Pego minha mochila e verifico: notebook, smartphone, iPod, câmera digital, tudo aqui. Abro a porta apressado, meu cachorro –, num salto de felicidade, avisa que me esqueci de alimentá-lo, mochila no chão, volto correndo, pego a ração e coloco uma farta porção que deverá dar até a noite, coloco a água no devido recipiente, pego novamente a mochila, respiro fundo, agora vou.

Sinto algo formigar em minhas pernas enquanto desço a escada em direção à garagem. Enfio a mão no bolso e o tiro para fora, meu imponente iPhone vibra de felicidade por acabar de receber uma nova mensagem de e-mail. Leio a mensagem enquanto ando.
Entro no carro. Esqueci de verificar o endereço da reunião que me aguarda, acesso a internet pela rede 3G, digito o endereço e lá está, passo as informações para o GPS afixado no painel de meu veículo e sigo feliz rumo a mais um dia de trabalho. Antes, porém, plugo meu MP3 no rádio do carro e vou ouvindo meus podcasts preferidos que havia deixado baixando durando a noite.

Depois de algumas horas no trânsito de São Paulo, chego ao meu destino, um suntuoso edifício na Av. Paulista. Sigo a passos largos em direção à portaria. Uma jovem recepcionista me deseja bom dia e pede para que eu posicione o olho direito em frente a uma pequena plataforma sobre o balcão; fecho o esquerdo e, antes que eu possa ver o que ela gostaria de me mostrar pelo pequeno furo, ouço um: “Pode subir, o Dr. Osmar está à sua espera”.
Uma sorridente mulher me encaminha a uma sala. Procuro meu anfitrião; não o encontrando, me dirijo à moça sorridente. Ela, inabalável, empunha um controle remoto e liga um projetor – na imagem, o Dr. Osmar me aguardando em uma sala de reuniões online.
A reunião segue de forma produtiva e agradável, mas ainda me pergunto: por que atravessei a cidade para essa reunião? Será que ele imaginou que eu fosse offline?
Acompanhe os outros dias da vida 2.0 do Anderson em www.realidade2.blogspot.com
A Gaga de Ilhéus fez a mais longa reclamação da história!!!
“Tem na-na-na, na-na-na, na-na-nada!
Tem um bu-bu-bu, bu-bu-bu, bu-bu-raco!
Mande fi-fi-fi, fi-fi-fi, fiscalizar!”
Dica da leitora Fernanda Karabolad
Copyright youpix 2013