Aqueles rumores que os adolescentes e pessoas mais jovens estão deixando o Facebook são, vejam só, verdade, agora com prova rubricada em cartório. A partir de uma nova pesquisa, sabemos qual o motivo deles terem broxado com a rede social, pra onde estão indo e qual é a visão deles sobre a plataforma.
A Pew Research Center, organização norte-americana que funciona como centro de pesquisa de comportamento e tendências, aponta que os 70% dos adolescentes estão conectados com seus pais e 89% com os amigos do colégio. Os usuários jovens afirmam que Facebook se tornou uma extensão do seu dia e não um lugar onde podem ser eles mesmos.
Aqui um perfil de quais são os “tipos de amigos” mais comuns entre o grupo pesquisado:
Aplicativos e redes sociais, essas coisas que se reproduzem que nem coelho hoje em dia, podem servir aos propósitos mais específicos do mundo. Mas a gente tá falando de beeem específico mesmo como, por exemplo, uma rede social de… sutiãs. Oh yeah, com vocês, o Brayola (é isso mesmo, lê-se bró-ióla), site que tá aí pra te ajudar a escolher o tamanho certo do sutiã.
Segundo o Brayola (gente, sério, que nome é esse?!), 80% das mulheres usam o tamanho de sutiã errado e por isso ele taí pra te ajudar a não errar na hora de escolher a peça com uma ideia simples: você se fotografa (sem rosto, só busto) com seu sutiã favorito ou mesmo algum que acabou de comprar e as pessoas votam dizendo se ele fica bom em você ou não. Ótimo, né? Em tempo: trolladores não são bem vindos.
Também tem todo um esquema que permite que você jamais escolha uma peça que não está de acordo com o seu tamanho ou não tem nada a ver com você. Ao selecionar o seu número e a sua marca favorita, o site usa um sistema que personaliza os tipos de sutiãs que vão aparecer no seu perfil como opção de compra.
Mais uma da série “aponta pesquisa”. Agora foi uma promovida pela First Direct, que bancou um experimento curioso. A ideia era pegar um grupo de pessoas e deixar todas elas um mês inteiro sem acesso ao Facebook ou Twitter. O resultado foi que, depois desse tempo, foram “diagnosticados” 12 tipos de comportamentos típicos de quem acessa às redes sociais. E, claro, você pode ter características de mais de uma das categorias abaixo, que traduzimos direto do infográfico.
Saiba então quem é você na redes sociais:
O site Technology Review, do MIT, compilou o que vem sendo feito de mais ousado e revolucionário em tecnologia no mundo, coisa que daqui a muito pouco tempo vai mudar totalmente a sociedade e a economia em nosso planeta.
Saiba que avanços científicos são esses e de que modo eles vão mudar a maneira como nos relacionamos:
Aprendizado Profundo
Sabe aquele termo que se tornou popular a partir de 1995 com o livro de Stuart Russell? Possivelmente não, mas estamos falando aqui de Inteligência Artificial, nome do livro e da ideia trabalhada desde sempre por Russell de que computadores podem sempre buscar métodos ou dispositivos que multipliquem a capacidade racional do ser humano de resolver problemas e pensar. Pois bem, agora, com o volume de inteligência artificial acumulada por computadores de todo o mundo (e isso vale também para o seu celular), máquinas estão começando a reconhecer objetos e dar estruturas linguísticas a eles. Máquinas pensando cada vez mais rápido… #MatrixFeelings?

A rede mundial de computadores está cheia deles, os formadores de opinião. Trata-se de uma espécie da família Intelligentis SóQueNots, encontrada originalmente em ilhas do Sudeste Asiático e que se reproduziu em velocidade incontrolável após o ~advento das redes sociais~.
Basta escrever uma frase irritadinha em tom polêmico ou publicar uma opinião sarcástica sobre alguma coisa pra fazer parte da espécie dos “Formadores de Opinião da Internet”. Sabe-se que esses seres se alimentam de likes dados por seus amigos ou por rts advindos de membros de outras espécies (menos favorecidas intelectualmente, claro) que se encantaram com a sua maneira ousada de ser. V1D4L0K4!
Se você quer ser um “Formador de Opinião da Internet” e procurava uma fórmula rápida pra atingir o olimpo dos transgressores faladores de verdades que ninguém tem coragem de dizer, temos algumas breves sugestões:
Quem diria que o “tomate”, aquele fruto (sim, tomate é uma fruta) tão necessário à macarronada e salada nossa de cada dia, seria uma das coisas mais comentadas nas redes sociais durante a semana?
Tudo começou depois que o Augusto Melo, proprietário da cantina Nello’s fez um post em sua página do Facebook em protesto a absurda alta de preço que o tomate sofreu. Enquanto ele normalmente pagava entre R$ 20 e R$ 35 em uma caixa, agora está sendo vendida por (pasmem!!) R$ 150.
Em uma de suas colunas recentes na Revista do Brasil, o jornalista Lalo Leal escreveu que “jornais, revistas, o rádio e a televisão tratam de quase tudo sem restrição. Apenas um assunto é tabu: eles mesmos.” E que “se hoje a internet tem papel relevante nesse debate sobre a mídia, na academia houve retrocesso.”
Leal então, com a experiência de professor da USP que tem, fala sobre como a Academia vem ao longo desses últimos anos freando pesquisas sobre comunicação comparada (aquela quando analisamos diferentes meios abordando uma só uma notícia ou tema segundo vários pontos de vistas, desde os de conteúdo aos estéticos) e abrindo espaço para mestrados e doutorados moldados por uma lógica de mercado, investigando como fazer melhor proveito dos meios e das tecnologias, sem questionar o que vem sendo dito nesses meios e tecnologias.
Mas aquele papo todo sobre “o papel da internet” nessa história toda fica em forma de provocação. Então, licença aí, vamos provocar:
A internet, ou melhor, as redes sociais que saem juntando pessoas com interesses em comum, talvez sejam hoje o único lugar de debate sobre a imprensa. E esse é um debate justamente sobre o conteúdo – e não a forma – como o jornalismo é feito.
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A vida de todo mundo é m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a nas redes sociais. Sempre tem alguém fazendo uma coisa legal, visitando lugares incríveis e postando imagens de paisagens que só faz você pensar “o que esta pessoa está fazendo neste lugar lindo em plena quarta-feira à tarde?”.
Se você cansou de passar vontade, agora é a hora da vingança e a sua vez de fazer inveja pra todo mundo da sua timeline (hahahahaha). O site instasham.com reúne uma biblioteca com várias imagens de lugares e situações diversas pra você postar no seu Instagram. É só você posicionar o seu telefone em frente a tela do computador, clicar e mandar a foto pro aplicativo. Muito fácil!
O slogan deles é sensacional “If You Can’t Make It, Fake It”, que é mais ou menos “Se você não pode fazer, invente!”.

Gente, momentinho autojabá na área. Ou de como o youPIX colabora para transformar a vida de uma pessoa e alçá-la ao glamour, riqueza e glitter dos 15 minutos megabites de fama já previstos por Andy Warhol.
Brincadeiras à parte, foi mais ou menos isso que aconteceu há quase duas semanas com o @Henrique, lembra dele? (Sim, a gente sabe que duas semanas no tempo dos virais equivale a uma década, mas ainda assim…).
Fato é que o mesmo Henrique fez um texto superbacana sobre toda essa história de virar sucesso na interwebz graças ao Tumblr que ele criou brincando com todo mundo que, equivocadamente, tagueava ele no Instagram.
Depois que esse Tumblr, mais conhecido como o Tio Ique, foi citado aqui no youPIX como o Tumblr do Dia, Henrique entendeu o que ele mesmo chama de “poder de reverberação das redes sociais”. E como resultado disso, fez um texto super bem-humorado e sacado de como funcionam as febres das subcelebridades que aparecem toda semana nas redes sociais.
“Tudo parecia lindo, maravilhoso. Havia lido apenas dois comentários negativos a respeito do tumblr, inimigos recalcados que não conseguiram fugir do anonimato e estavam tomados pelo pecado capital da inveja. Mas, como disse uma vez Clarice Lispector ao se tatuar, SE SUA ESTRELA NÃO BRILHA, NÃO TENTE APAGAR A MINHA!”, escreve ele.
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