Aqueles rumores que os adolescentes e pessoas mais jovens estão deixando o Facebook são, vejam só, verdade, agora com prova rubricada em cartório. A partir de uma nova pesquisa, sabemos qual o motivo deles terem broxado com a rede social, pra onde estão indo e qual é a visão deles sobre a plataforma.
A Pew Research Center, organização norte-americana que funciona como centro de pesquisa de comportamento e tendências, aponta que os 70% dos adolescentes estão conectados com seus pais e 89% com os amigos do colégio. Os usuários jovens afirmam que Facebook se tornou uma extensão do seu dia e não um lugar onde podem ser eles mesmos.
Aqui um perfil de quais são os “tipos de amigos” mais comuns entre o grupo pesquisado:

Desde a última sexta-feira (17), quem procurar por @SigaPiovani no Twitter dará de cara com um belíssimo “Foi malz, essa conta não existe” (tradução livre, tá?). Pois é, Luana Piovani abandonou a ~rede de microblogs~ por medo das ameaças que sofreu da torcida da Gaviões da Fiel, que ficou cheia de recalques depois do tuite abaixo:
“Saudações são-paulinas a tds os imundos corintianos q se acham incríveis quesse time q anda bom mas ontem se f…” – Piovani, Luana (@sigapiovani, RIP)
Esse tipo de tuite era comum na timeline da apresentadora/atriz/mãe… e por isso segui-la era tão delicioso. Luana era gente da gente! Gente que ama seu time de futebol e xinga a torcida do outro, gente que fica puta com a corrupção, com o Mensalão, com o trânsito, com o recalque alheio, com outros membros da ~classe artística~.

Pesquisas e rankings de mídias sociais sempre trazem curiosidades, ainda que a amostragem, o período de análise e as interpretações do autor possam distorcer o resultado sem dó nem piedade. Os relatórios regionais da SocialBakers sobre páginas de Facebook trazem dados para análises livres. E a última edição, de abril, levanta pontos interessantes especialmente no que se refere à categoria media.
No top 10 de Brasil, as fanpages que se destacaram estão divididas em oito canais ou programas de TV e dois portais, evidenciando que, embora o Twitter seja amplamente reconhecido como a rede da segunda tela, o comportamento massivo da maior mídia se estende para a atmosfera de nichos do Facebook.
Com toda tecnologia existente na face da terra, uma coisa que parece boba, mas ainda nos deixa vidrados em frente a tela do computador, é saber e ver em tempo real o que está acontecendo ao redor do planeta.
Ciente disso, o Wikipedia criou um mapa para ilustrar em qual parte do mundo e que artigo as pessoas editaram por último na plataforma. Tá bom vai, na verdade eles dizem que não conseguem mapear todo mundo e que funciona “quase em tempo real”, mas mesmo assim é muito legal e dá pra acabar com a produtividade gastar um tempo pirando nesse real time enciclopédico.

A captação não é perfeita devido à forma de inscrição no Wikipedia. Ou seja, o mapa só pode controlar as alterações feitas por usuários que não são registrados, o que representam entre 15 a 20 por cento do total das edições. “O usuário é identificado pelo IP e a partir daí estes endereços são traduzidos para aproximar a localização geográfica de quem editou um determinado assunto”, dizem os criadores da ferramenta Stephen LaPorte e Mahmoud Hashemi em um post no blog do mapa.
O ~Tribunal das Redes Sociais ~ do dia superou todas as expectativas. Sim, porque caso você ainda não tenha lido em alguma timeline sobre os tais “100 reais”, senta que lá vem história.
Tudo começou quando essa moça tuitou isso aqui:
Homens, qual a dificuldade em chamar a moça pra jantar, só vc e ela, em um restaurante que saia por mais de 100 reais?
— Farofa Kosher (@mariafarofa) May 10, 2013
Daí vem primeiro a reação imediata em resposta direta ao tuíte:
Semana passada demos aqui uma pesquisa indicando que mensagens negativas no Twitter são altamente contagiosas e logo no começo do ano um outro estudo falava que o Facebook nos faz sentir mais “miseráveis e invejosos” da vida dos outros. Agora, pra completar essas #PesquisasDaDepressão, vem uma nova fazendo uma relação entre a adolescência e o cyberbullying. E as notícias, bem, não são boas.
O título do infográfico que reúne essas informações já nos dá a real: “Serão os imbecis o futuro da internet?”. A explicação que vem logo a seguir também é desanimadoras: “Estudos mostram que o bullying é um comportamento psicológico previsível. Seus efeitos são significantes e reverberam na idade adulta. As redes sociais são ambas avenidas para atos de ódio e gatilhos para o suicídio.”
Vamos aos dados, coletados entre os adolescentes americanos:
Sabe aquelas pessoas que passam o dia #xingandomuito no Twitter? Pois bem, segundo uma pesquisa do Conselho de Ciência e Saúde dos Estados Unidos, você pode estar sendo infectado de negatividade por essas pessoas.
A ideia dessa pesquisa começou em 2009, quando fomos bombardeados pelas notícias apocalípticas alarmantes da gripe H1N1, também conhecida como a Gripe Suína. Naquela época, o pessoal desse Conselho coletou vários tuítes relacionados à vacina para a doença e percebeu que as mensagens negativas se espalhavam muito mais, e mais rápido, que as mensagens positivas a respeito do medicamento.
E aí veio uma conclusão ainda mais pessimista:
E #comofaz pra saber quais as gírias mais hashtageadas do Twitter? O pessoal da agência R18 fez uma pesquisa #mara para identificar o que anda em alta e em baixa entre as expressões mais usadas na rede social do passarinho. Saiba então o que ainda está na moda e as palavras que estão caindo no buraco negro do esquecimento.
Sem mais delongas, #partiu infográfico:
Mais uma da série “aponta pesquisa”. Agora foi uma promovida pela First Direct, que bancou um experimento curioso. A ideia era pegar um grupo de pessoas e deixar todas elas um mês inteiro sem acesso ao Facebook ou Twitter. O resultado foi que, depois desse tempo, foram “diagnosticados” 12 tipos de comportamentos típicos de quem acessa às redes sociais. E, claro, você pode ter características de mais de uma das categorias abaixo, que traduzimos direto do infográfico.
Saiba então quem é você na redes sociais:
Outro dia o Jovem Nerd tava me contando uma história de um fã que cruzou com ele no shopping e pediu pra acompanha-lo em suas atividades. A reação, lógico, foi meio: “ah, mas eu só vou ali na loja rapidinho, tô com pressa”. No que o fã respondeu: “Não tem problema, eu só quero ficar andando atrás de você e te acompanhar em silêncio”. Meio sem ter opção, o Jovem Nerd falou ok e ficou com o tal menino andando a alguns metros atrás dele por todo o shopping.
Estranho? MUITO!

Mas só porque estavam os dois em um ambiente offline, né? Pois no Twitter, por exemplo, onde temos “seguidores”, a gente acha super normal dividir pedaços da nossa vida com estranhos e deixar que eles nos acompanhem em todas as nossas atividades, devaneios e compartilhamentos.
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