Desde o ano passado, o The Pirate Bay vem jogando na sua home vídeos que, de alguma maneira, promovem e lançam novos videastas, cineastas, músicos e criadores de conteúdo que são pouco conhecidos. A iniciativa muito brodagem se chama Promo Bay e esta semana eles pisaram fundo em nossos nervos óticos com um vídeo de divulgação da Pryapisme, uma banda francesa.
O vídeo contém seis minutos de imagens em uma edição nervosa a 300 km/h e dá uma dimensão bem concreta dessa velocidade com que absorvemos as coisas na interwebz.
E atenção, o vídeo abaixo não é recomendado para quem tem epilepsia. Por sua conta e risco:
A lembrar que o Pirate Bay será lindamente representado no próximo youPIX São Paulo, com a ilustre, nobre, phyna presença de Tobias Andersson, um dos fundadores do site. É alegria demais para um festival só \o/.
Apesar de ser um evento feito por e para desenvolvedores, o Google I/O – conferência anual que Google organiza para falar sobre novidades que vêm por aí – trouxe várias mudanças que vão afetar diretamente a sua vida wébica. Por isso, selecionamos aqui algumas das coisas que foram anunciadas por lá e que vão fazer (TODA) diferença no seu dia a dia:
Nova geração do Google Maps
O Google Maps ganha uma nova interface com direito a prédios em 3D (pasmem, parte 1) e dando um zoom out no globo terrestre (agora, o Google Earth está integrado ao Google Maps) as nuvens estarão passando pela sua tela em tempo real (pasmem, parte 2).
O mapa também terá mais informações como avisos sobre incidentes durante o percurso e direções alternativas de caminho. Tem ainda o “Explore”, um botão novo que permite descobrir o que tem de bom pra fazer perto de você.
Uma comissão de juristas do Senado está querendo acabar com essa brincadeira de gente que fica stalkeando loucamente os perfis alheios e ‘bullynando’ pessoas na internet com mensagens ofensivas ~por motivos de~: ódio-mal-resolvido-então-sai-da-internet-e-arruma-um-terapeuta.
Segundo o coordenador do curso de Direito Eletrônico da Escola Paulista de Direito, Renato Opice Blum, o cyberbullying e a perseguição a pessoas (mais conhecido como “stalking”) podem em breve virar crime, com penas bem sérias.
Essa história toda começa em 1872, quando Charles Darwin publicou A Expressão das Emoções no Homem e nos Animais, livro que descreve mais de 50 tipos de emoções distintas que nossos faces manifestam. Darwin, é bom lembrar, tinha tempo livre e NÃO tinha Facebook.
Pulamos no tempo e chegamos aos dias de hoje. Vem um engenheiro do Facebook chamado Arturo Bejar que faz algumas ligações e contrata um dos desenhistas da Pixar, chama um psicólogo e abre diante deles o livro de Darwin. A ideia? Com esse time e toda a experiência de Darwin, o ~feice~ quer criar emoticons que capturem melhor toda a vasta gama de expressões faciais que temos.
Alguns dos ensaios já rascunhados por Matt Jones, o ilustrador da Pixar, já podem ser vistos aqui:
Pode parecer tudo muito simples, coisa de menino desenhando no guardanapo enquanto espera a Coca-Cola chegar na mesa. Mas não é.
Já é possível comprar um Google Glass xing ling! Daqui a pouquinho na 25 de Março mais próxima de você. Brincadeira gente. Não é bem assim, mas é mais ou menos assim: um chinês que ficou frente a frente com uma impressora 3D durante um hackathon, competição de hackers, em Xangai, fez uma versão do óculos do Google que dá gosto de ver.
Você deve estar se perguntando se os óculos realmente funcionam. Não, os óculos não funcionam, são apenas uma carcaça que lembra (mas esquece rápido) o Google Glass. Outra pergunta que você deve estar se fazendo é: que imitação que é essa que não tem a sua principal funcionalidade, que não faz absolutamente nada? Boa pergunta, nós também não sabemos, a não ser que o cara tenha a intenção de vender nas ruas pra:
Carnaval 2014 tá chegando aí, né verdade?
(via @dailydot)
“Odeia a mídia? Seja a mídia”. O slogan é da rede Indymedia, mas pode com muita facilidade se aplicar à ideia do mais novo xodó do grupo Anonymous. Decalcando o modelinho da maior rede social do mundo (aê Mark!), o grupo fez agora a sua própria rede social, o AnonySocial que, segundo eles, “tem como principal objetivo centralizar os conteúdos da Anonymous e facilitar o manuseio de operações, aproximando pessoas que compartilham da mesma causa.”
Não é preciso dizer que, para se cadastrar nessa rede, você pode não apenas manter seu anonimato, como fará tudo isso gratuitamente e, claro, não verá anúncios pulando pra lá e pra cá na sua ~Timelinda~.
Aplicativos e redes sociais, essas coisas que se reproduzem que nem coelho hoje em dia, podem servir aos propósitos mais específicos do mundo. Mas a gente tá falando de beeem específico mesmo como, por exemplo, uma rede social de… sutiãs. Oh yeah, com vocês, o Brayola (é isso mesmo, lê-se bró-ióla), site que tá aí pra te ajudar a escolher o tamanho certo do sutiã.
Segundo o Brayola (gente, sério, que nome é esse?!), 80% das mulheres usam o tamanho de sutiã errado e por isso ele taí pra te ajudar a não errar na hora de escolher a peça com uma ideia simples: você se fotografa (sem rosto, só busto) com seu sutiã favorito ou mesmo algum que acabou de comprar e as pessoas votam dizendo se ele fica bom em você ou não. Ótimo, né? Em tempo: trolladores não são bem vindos.
Também tem todo um esquema que permite que você jamais escolha uma peça que não está de acordo com o seu tamanho ou não tem nada a ver com você. Ao selecionar o seu número e a sua marca favorita, o site usa um sistema que personaliza os tipos de sutiãs que vão aparecer no seu perfil como opção de compra.
O que eram rumores no começo da semana agora se tornou realidade. O YouTube anunciou nesta quinta que alguns parceiros do site poderão agora criar conteúdo pago e que as assinaturas vão começar valendo R$ 3,90 mensais (U$ 0,99 lá fora), com direito a período de degustação, que vai durar 14 dias (tempo pra você decidir se quer pagar ou não por aquele canal).
A iniciativa acontece em um momento em que o Youtube quer se colocar como concorrência ao cada vez mais popular Netflix, serviço de conteúdo de vídeos (programas de TV e filmes) que também funciona no esquema de assinatura.
Neste primeiro momento, apenas alguns poucos canais vão participar da experiência. O serviço vai começar com 53 canais pagos. E entre os primeiros programas que estarão disponíveis, veremos episódios completos do Sesame Street e lutas clássicas do UFC.
Haverá também modelo de pagamento anual com desconto.
Vamos supor que você tenha sigo agraciado com um revolucionário Google Glass… o que você faz com essa ferramenta tão desejada por 15 entre 10 geeks da atualidade? Alguma matéria sobre como ele pode redefinir todo o comportamento social das pessoas? Coloca essa épica tecnologia em algum experimento à favor da humanidade? Não… não! Claro que não!
Quando as primeiras notícias sobre impressoras 3D para uso pessoal chegaram até nós em 2012, muitos eram os entusiastas dessa tecnologia que prometia, e promete, mudar ~apenas~ TUDO desde que a Revolução Industrial fez as primeiras máquinas se mexerem lá na Inglaterra do século 18.
E aí elas foram estrelas de inúmeros programas no Discovery, ganharam destaque em um episódio de The Big Bang Theory e se tornaram o sonho de consumo de quem se imagina um dia fabricando suas próprias roupas, canetas, móveis, panelas, armas… errrr… armas?
Sim. No que de repente todo mundo começou a prestar atenção no potencial – pro bem e pro mal – dessa tecnologia.
De tudo que lemos e conseguimos captar até agora, eis os principais pontos de discussão que as impressoras 3D levantam:
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