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O conteúdo a seguir é a recapitulação da palestra: Do achismo ao crescimento: como construir campanhas com creators mais inclusivas e eficazes, que aconteceu em Cannes 2026. O resumo foi gerado pelo ChatGPT.


Palestrante:

Asha (moderadora); representantes da Mercedes-Benz, e.l.f. Cosmetics e da agência parceira da pesquisa.


Tá sem tempo? Leia só isso:

Diversidade deixou de ser apenas uma pauta de inclusão para se tornar uma estratégia de crescimento. O painel mostrou que campanhas construídas com creators de diferentes vivências geram mais engajamento, revelam novos usos para os produtos, desbloqueiam mercados antes ignorados e aceleram o crescimento das marcas. O segredo não é preencher cotas, mas encontrar histórias que só determinadas pessoas conseguem contar.


O que rolou:

A conversa começou apresentando uma mudança importante na forma como as marcas devem enxergar diversidade. Os palestrantes mostraram que inclusão não é apenas uma responsabilidade social, mas um fator diretamente ligado ao crescimento dos negócios. Dados apresentados durante o painel indicam que marcas mais inclusivas crescem entre 1,7 e 1,8 vezes mais rápido do que seus concorrentes, principalmente porque conseguem criar conexões com públicos que representam o futuro do consumo, como a Geração Z e a Geração Alpha.

Na sequência, o debate aprofundou o conceito de identidade multidimensional. Em vez de segmentar creators apenas por gênero, raça ou idade, o painel defendeu olhar para experiências de vida, condições de saúde, tipos de corpo, texturas de cabelo, neurodivergências e outros aspectos que tornam cada pessoa única. Quando essas vivências aparecem de forma autêntica no conteúdo, elas geram identificação muito maior com as comunidades.

Os cases apresentados pela Mercedes-Benz mostraram como creators podem traduzir tecnologias complexas em benefícios reais para diferentes públicos. Em vez de explicar recursos técnicos dos veículos, a marca convidou creators com experiências específicas para mostrar como determinadas funcionalidades impactavam suas vidas. Uma criadora com Síndrome de Ehlers-Danlos explicou como os bancos com sistema de massagem ajudavam a aliviar dores crônicas, enquanto um creator com TDAH mostrou como tecnologias de monitoramento de atenção aumentavam sua segurança ao dirigir.

A e.l.f. Cosmetics apresentou outro caminho: permitir que a própria comunidade descubra novos usos para um produto. O mesmo primer foi utilizado por creators completamente diferentes, que encontraram aplicações inéditas a partir das suas próprias necessidades. A marca não criou essas histórias; ela ouviu a comunidade e transformou esses aprendizados em campanhas.

O painel terminou defendendo que relevância cultural não acontece apenas nos grandes eventos ou tendências do momento. Ela nasce quando marcas entendem comunidades pouco exploradas, investem em criadores locais e constroem relações genuínas em espaços onde quase ninguém está olhando.


Bom insight:

Diversidade não é sobre colocar pessoas diferentes na campanha. É sobre encontrar histórias que só elas podem contar.


Outros pontos importantes:

  • Marcas mais inclusivas crescem entre 1,7 e 1,8 vezes mais rápido do que aquelas que tratam diversidade apenas como obrigação institucional.
  • Creators com identidades ou vivências historicamente pouco representadas geram níveis significativamente maiores de engajamento.
  • A Mercedes-Benz mostrou que creators ajudam a traduzir tecnologias complexas em benefícios concretos para diferentes perfis de consumidores.
  • O mesmo produto pode ganhar inúmeras narrativas quando criadores têm liberdade para utilizá-lo a partir das suas próprias experiências.
  • A comunidade da e.l.f. Cosmetics descobriu usos inesperados para o primer Power Grip, transformando esses aprendizados em tendências orgânicas no TikTok.
  • A marca também apresentou o conceito de “beauty deserts”, identificando comunidades pouco exploradas e investindo em creators locais para construir relevância antes da concorrência.
  • O painel reforçou que creators não devem ser escolhidos apenas por características demográficas, mas pela capacidade de representar experiências reais e relevantes para determinados públicos.
  • Relevância cultural não significa apenas estar nos maiores eventos ou nas maiores tendências. Significa ser uma marca reconhecida como autêntica pelas comunidades com as quais deseja construir relacionamento.

Pra fechar:

A principal provocação do painel foi que diversidade não é o destino, mas o ponto de partida para campanhas melhores. Quando marcas deixam de usar creators apenas para representar públicos e passam a envolvê-los na construção da narrativa e até no desenvolvimento de novos usos para seus produtos, elas criam campanhas mais relevantes, inovadoras e, principalmente, melhores para o negócio.