Ainda faz sentido chamar de tendência um comportamento que já envolve 8 em cada 10 brasileiros, se mantém estável ano após ano e atravessa gênero, idade e classe social? Em 2026, a gente já pode dizer que a compra por influência é a infraestrutura do consumo brasileiro.
Existe 80% de chance de você, que tá lendo esse texto, já ter comprado um produto indicado por um influenciador. E, se for o seu caso, é pouco provável que tenha clicado logo de cara no link do primeiro post que viu daquele produto.
A gente aposta que foi assim: um criador de conteúdo colocou uma pulga atrás da sua orelha, você foi dar uma olhada nas avaliações do produto, se interessou, talvez tenha se convencido por uns dias de que não precisava daquilo (mas não conseguiu esquecer totalmente), pesquisou mais alguns reviews, jogou em alguma IA e aí, finalmente, se rendeu e fez a compra.
Os dados mostram que essa é a jornada da maioria dos consumidores, o que revela um problema sério: o mercado não faz ideia do verdadeiro efeito da influência no consumo.
É pra medir essa lacuna que a YOUPIX, em parceria com a Nielsen, lança a nova edição da pesquisa que vem ajudando marcas e creators a construirem estratégias mais efetivas, baseadas na percepção de quem realmente importa: o consumidor.
7 em cada 10 consumidores já tiveram a decisão de compra impactada por um influenciador, mas só 20% compram no ato. Quem tá olhando pro todo?
A busca em IA sobre produtos divulgados por influenciadores cresceu quase 4x em um ano.
Mas ela aprende com reputação, não com SEO tradicional. Adivinha quem vai ajudar nisso?
Em menos de 1 ano, as funcionalidades do TikTok Shop já são conhecidas do público: 56% já compraram sem sair do app, e 80% aprovaram a experiência.
Só 20% das pessoas acham que tem publicidade demais por aí. Ou seja: o problema nunca foi o volume, e esse estudo vai te explicar qual é.
Só 6% das pessoas definem influência por número de seguidores. Aqui, você vai entender o que realmente faz o público confiar.
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