FKD Creators assinou a campanha de influência do Ministério da Saúde para o Dia Mundial da Malária. Veja os resultados e o que isso revela sobre comunicação pública.

A FKD Creators conduziu a estratégia de marketing de influência da campanha do Ministério da Saúde para o Dia Mundial da Malária. A ação usou criadores de conteúdo para traduzir orientações técnicas sobre prevenção, sintomas, diagnóstico e tratamento da doença em conteúdo acessível e regionalizado e os números mostram que a aposta funcionou: 4,35 milhões de visualizações, mais de 415 mil pessoas alcançadas e 28,5 mil interações, com taxa média de engajamento de 0,60% no feed.
A escolha dos creators levou em conta relevância regional e capacidade de conexão comunitária. Isabelle Nogueira, Mari Wapichana e Idjarrury Sompre foram os nomes selecionados para a ação, que somou 13 conteúdos (quatro reels e nove stories) estruturados pra gerar alcance, identificação e compartilhamento orgânico. Sendo assim, além de informar sobre os riscos da malária, a campanha reforçou que a eliminação da doença depende de participação coletiva e posicionou o SUS como aliado no cuidado com a população.
Segundo Igor Gallo, Gerente de Planejamento da FKD Creators, campanhas públicas exigem uma abordagem que combine responsabilidade institucional e capacidade real de conexão com as pessoas.
“A comunicação em saúde precisa ser acessível sem perder profundidade. O papel estratégico do marketing de influência, nesse contexto, é aproximar a informação da realidade das pessoas, utilizando vozes que já possuem credibilidade dentro das comunidades. Quando conseguimos traduzir temas técnicos em conteúdo relevante e compreensível, ampliamos o impacto social da campanha. Hoje, influência não é apenas entretenimento ou alcance. Ela também é ferramenta de educação, mobilização e transformação social. O desafio está em construir campanhas que respeitem o território, a linguagem e a responsabilidade institucional ao mesmo tempo”, analisa.
Análise YOUPIX
Ministério da Saúde usando curadoria territorial de creators pra comunicar saúde pública mostra como o poder público tá repensando a sua comunicação. Já vimos mudanças significativas nos perfis do Governo Federal.
Por muito tempo, campanhas institucionais seguiram um formato previsível: comercial de TV, jingle, outdoor, press release. Engessado, caro e cada vez menos eficiente pra chegar em quem mais precisa da informação. Mas o que a campanha da FKD Creators pra malária mostra é que órgãos públicos começaram a entender que creator com credibilidade dentro de uma comunidade específica entrega mensagem de um jeito que nenhum anúncio institucional consegue.
A malária afeta regiões específicas, comunidades específicas, com contextos muito diferentes entre si. Por isso, escolher creators que vivem nesses lugares é uma decisão estratégica de saúde pública. A informação certa chegando pela voz certa tem impacto diferente de uma campanha genérica com alcance nacional. Ponto positivo!