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Foi Cena!: novo estúdio criativo lança série vertical

Daniel Rangel, Diego Cruz, Heslaine Vieira e Rayssa Bratillieri fundam o Foi Cena!, estúdio criativo com série vertical que já passa de 1 milhão de visualizações.

Daniel Rangel, Diego Cruz, Heslaine Vieira e Rayssa Bratillieri anunciaram o Foi Cena!, estúdio criativo voltado pra produção audiovisual nas redes sociais. A estreia veio com uma série de ficção vertical sobre quatro amigos navegando os dilemas da vida adulta: amizade, dinheiro, carreira, relacionamentos. Inclusive, já passou de 1 milhão de visualizações.

A ideia surgiu no começo de 2025, quando Daniel Rangel levou o projeto pros outros três, todos amigos de longa data. Meses de reuniões e testes de formato depois, saiu a primeira entrega: três episódios produzidos em parceria com a Caravana Filmes, com um quarto a caminho. Sendo assim, a aposta é ocupar um espaço que o formato vertical ainda não explorou direito como a dramaturgia curta com estética cinematográfica e narrativa que fala de verdade com jovens adultos.

O ponto que o grupo faz questão de marcar é o controle total do processo: da ideia ao roteiro, da direção ao lançamento. Não é só aparecer na frente da câmera e assinar o post.

Os quatro não chegaram às redes sem bagagem. Daniel Rangel protagonizou a primeira novela vertical da TV Globo, com mais de 200 milhões de views, e está gravando a próxima novela das 18h. Diego Cruz atuou em produções da Globo e já fez campanhas pra mais de 200 marcas. Heslaine Vieira é protagonista de Malhação: Viva a Diferença e As Five. Rayssa Bratillieri está na quinta novela na TV Globo e é a única brasileira no elenco de The Modelizer, no Globoplay.

Análise YOUPIX

O que a gente percebe aqui é a construção de propriedade intelectual muito bem feita e planejada. Afinal, nunca se sabe até quando os contratos vão durar.

Porque a conta que qualquer ator ou creator experiente já sabe fazer é simples: publi depende de marca, contrato depende de produtora, e nos dois casos quem manda no seu calendário é outra pessoa. Montar um estúdio, criar seu próprio IP e controlar o processo do começo ao fim é a única saída que não passa pela mesa de negociação de ninguém. É construir ativo de verdade e não só faturar.

O que o grupo traz de diferente em relação a um creator que decide lançar uma série do zero é exatamente o que acumulou antes de chegar aqui: técnica de set, experiência de roteiro, credibilidade de carreira. A série já nasceu com 1 milhão de visualizações sem precisar de grande estrutura de divulgação. A audiência achou porque o produto entregou. Agora é acompanhar pra ver os próximos vôos desses quatro amigos.

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