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Resumão do mês: tudo o que rolou na Creator Economy em janeiro

Um resumão do mês na Creator Economy com os principais movimentos do mercado, tretas, reality show e tudo o que movimentou janeiro.

Janeiro costuma durar 84 dias, então se prepara porque deu tempo de acontecer MUITA coisa na Creator Economy. Teve de tudo um pouco: regulamentação, Vem aÍ 2026, golpe, nostalgia, reality show e, claro, um surto coletivo pra chamar de nosso. Então, pra ninguém se perder no meio do caos, pega a sua pipoca e vem ler esse resumão.

Oficialização da profissão multimídia

Ao contrário do que muita gente tá pensando, a famosa “Lei do Influenciador” simplesmente não existe. O que foi aprovado é a criação de um novo CNAE que regulamenta a atuação de profissionais multimídia em regime CLT. Na prática, isso não muda absolutamente nada na relação entre creators, marcas e agências. Não acabou publis, não acabou permuta (infelizmente) e ninguém vai precisar se registrar como influencer profissional amanhã. É só o mercado formalizando uma função que já existia. Nada novo sob o sol.

O “Vem Aí” veio mesmo

O “Vem Aí em 2026” deste ano trouxe um recado bem claro: a Creator Economy entrou oficialmente na fase adulta. Isso significa menos improviso, mais cobrança e uma necessidade real de profissionalização. Todos os profissionais desse mercado – creators, agências, marcas e intermediários – vão precisar subir o nível pra continuar relevantes. A fase do “vamos ver no que dá” ficou pra trás.

Creators levando golpe de parceiros

Janeiro também trouxe mais um caso daqueles que infelizmente ainda acontecem. Creators sendo lesados por parceiros que simplesmente sumiram na hora de cumprir o combinado. É mais um episódio que reforça algo que o mercado já sabe há tempos: sem contrato bem feito e empresas confiáveis, a conta quase sempre sobra pro creator.

A obsessão coletiva por 2016

Do nada, todo mundo decidiu revisitar 2016. Looks duvidosos, Instagram usado como álbum de fotos, vídeos infinitos de tutorial de maquiagem e aquela estética que a gente jurou que tinha superado. Mas não superou. A nostalgia segue forte, provando que esse lugarzinho especial no nosso coração sempre dá um jeito de ser ocupado de novo. Ai ai, sdds.

Finalmente começou nossa alienação favorita: o BBB

O Big Brother Brasil voltou e entregou exatamente o que a gente tava esperando! Já vimos participantes entrando com estratégia de conteúdo pronta (ponto pro Cowboy e pra Ana Paula, que estão arrasando nos vídeos gravados – esse texto tem validade de 24h), perfis de pipoca ultrapassando 1 milhão de seguidores na primeira semana e marcas se esforçando pra entrar na conversa sem parecer forçadas. Além disso, muitos memes. Tem potencial pra ser uma edição muito boa.

Falando em BBB: tem marca aparecendo mais que certos participantes

Durante uma votação, a Chaiany errou o nome do Brígido e chamou de Bridgerton. A piada veio pronta. Netflix, Globoplay e outras marcas aproveitaram o timing pra entrar na brincadeira e mostrar como se faz real time marketing de verdade: rápido, com contexto e sem forçar a barra. Às vezes, o segredo é só ser cronicamente on-line pra não deixar nada passar.

É a Corrida das Blogueiras

A final do reality bateu números históricos de acessos simultâneos e praticamente todos os episódios passaram da marca de 1 milhão de visualizações. É mais uma prova do que a gente já fala há tempos: conteúdo independente, com formato consistente e uma comunidade realmente engajada, funciona. Que venha a próxima temporada.

“Queremos injustissa”

Como todo mês precisa de um surto coletivo pra fechar com chave de ouro, janeiro entregou o seu. Alguém inventou que o Felca era o responsável pelas novas restrições no chat do Roblox. Fazia sentido? Não. Mas rendeu muitos memes, teorias malucas e mostrou, mais uma vez, como a internet adora eleger um culpado aleatório pra tudo.

Tudo isso aconteceu só em janeiro. Se esse foi o aquecimento, fica a pergunta: o que será que os próximos meses reservam pra Creator Economy? A gente segue de olho porque 2026 promete não dar descanso pra ninguém, vai ser babado.

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