Em 2025, a influência atingiu seu maior nível histórico de relevância e, a cada ano que passa, o investimento nela vem aumentando.
Pra crescer rápido, algumas marcas trocaram relacionamento por volume: retrocederam do contrato de longo prazo e liberdade criativa pra permuta desenfreada e “jogo do produtinho”. As consequências desse movimento não necessariamente aparecem no relatório de mídia, mas aparecem na reputação. Por outro lado, vemos marcas mais conscientes do que nunca sobre o papel do creator e a importância de confiar nele pra contar sua história.
O fato é: a influência ocupa um papel cada vez mais estratégico e indispensável. Mas como podemos distribuir essa verba de forma mais inteligente? Isso é o que buscamos entender na 7ª edição do estudo de ROI & Influência, em parceria com a Nielsen.
79% do mercado ainda considera influência importante ou muito importante no plano de comunicação. E quem mais investe tá ainda mais convencido: entre marcas acima de R$1,5MM, o NPS de recomendação salta de 80 para 92.
42% das marcas já destinam mais de 10% do budget de marketing à influência, e 1 em cada 3 investe mais de R$1,5 milhão por ano. 63% pretendem aumentar ainda mais em 2026.
Alcance e engajamento, que respondiam por 90% da mensuração, caem para 61%. O problema agora não é falta de métrica, mas conectar o dado: 64% das agências ainda têm dificuldade de atribuir resultado à campanha.
O critério “quantidade de seguidores” praticamente sumiu da escolha de creators, caindo de 12% para 1% em um ano. Mas a operação não acompanhou o discurso: 70% das campanhas ainda são pontuais, não always on.
86% das agências enfrentam desalinhamento de expectativas sobre orçamento e prazo com marcas. E o tempo não ajuda: 72% têm até uma semana entre o briefing e a apresentação da estratégia.
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