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Rolou no Meta Festival Creative Edition

Evento da empresa por trás do Facebook, Instagram e WhatsApp reuniu players do nosso mercado e creators

A nossa CEO, Rafa Lotto, juntou parte da nossa equipe pra acompanhar o Meta Festival e fazer uma cobertura no nosso Instagram. Com a missão de ser a plataforma #1 para conectar negócios entre creators e marcas, a Meta promoveu um dia inteiro para discutir e analisar como deixar as plataformas ainda melhores para proporcionar o crescimento dos creators, assim como a descoberta das pessoas de novos conteúdos.

Teve um montão de painéis que centralizaram o papo em agências e marcas, além de uma parte do dia totalmente focada em creators. Aprofundando ferramentas como o Marketplace de Criadores do Instagram e os Anúncios de Parceria, a Meta destacou como a cocriação entre marca e creator é fundamental pro sucesso de uma campanha. E, como sempre, as ativações também ganharam o coração de quem passou por lá – a Ray-Ban e a Oakley promoveram a experiência de experimentar os famosos óculos inteligentes, feitos em parceria com a Meta. E, pra gente começar a trazer os insights, nenhum olhar pode ser melhor do que o de quem tá no próprio palco, né?

O dia já começou com a Rafa canetando sobre “a influência estrutural e o novo papel das agências”. O recado é de que as agências que aprenderem a mensurar impacto de marca viram parceiras estratégicas, e mudam de patamar dentro da realidade dessa marca. Todo mundo quer que o conteúdo viralize, principalmente quando se trata da campanha de uma marca. Mas o que tá sendo construído além disso?

A Rafa explica que “não faltam dados, mas provas”. Isso quer dizer que as marcas e agências já têm tudo na mão: dado de clique, conversão, afiliado e etc. Tá na hora de medir o impacto da influência na marca, que é o que tem segurado parte dos investimentos neste segmento do marketing. Outros painéis marcaram o dia recheado de insights:

Conteúdo com estratégia é sempre o melhor caminho

O Head de Vendas da Meta, Sandro Cachiello, abriu os trabalhos falando que o potencial do conteúdo criado por creators é infinito. Pras marcas, isso significa que elas devem atuar como um megafone que amplifica esse conteúdo autêntico, unindo o orgânico, a mídia paga e a performance pra gerar resultado.

Para os creators, é importante ter logo a dimensão de como juntar criatividade humana com a tecnologia (por exemplo a IA) transforma um conteúdo legal em um resultado de negócio.  

Do orgânico ao pago: creator contente como alavanca de performance

Fernanda Cardoso (Head de Plan) e Gustavo Borrmann (Head de Creative Shop LATAM) começaram esse painel mostrando como, nos últimos anos, perdemos 70% do nosso foco linear. Agora não são nem mais 3 segundos pra prender atenção em um vídeo: se não ganhar no primeiro frame, já era. 

Só que um estudo da Meta provou que várias histórias curtas e consistentes geram mais conversões e lembranças do que um único conteúdo bem estruturado. É como se o algoritmo funcionasse como um Tinder entre a pessoa e o conteúdo: quanto mais variações, mais chances de dar match com diferentes repertórios. 

Por isso, mídia paga não é muleta, porque ela só traz resultados se o conteúdo for autêntico – e não simplesmente tentar agradar todo mundo. 

A Meta quer facilitar a sua vida

Em outro painel, os palestrantes da Meta contaram que a missão pra 2026 é simplificar e otimizar a relação entre marcas e creators.

Pra isso, ferramentas como o Creator Marketplace e o App Edits fazem toda a diferença pra sair do manual e focar no que importa, o resultado.

E uma grande novidade: VAI TER LINK NO REELS! Finalmente. Mas segura a empolgação porque o que tá por trás disso é uma mudança profunda: o conteúdo passa a ter um papel ainda mais importante sendo um atalho direto pra venda. 

O que você faz com os seus dados?

Neste painel, os palestrantes mostraram como hoje temos uma abundância nos dados – os famosos insights – e como integrar com a API da Meta agora é uma tarefa rápida. Por isso, o importante agora é colocar inteligência pra encontrar o creator certo para o briefing da marca, sem depender de “feeling”. Também vale destacar que o dado dá o caminho, mas é a nossa sensibilidade cultural que faz o conteúdo não parecer mais uma publi chata.

Como a gente mencionou de outro painel, não adianta ter a melhor ferramenta se o conteúdo for ruim, muito menos impulsioná-lo e rasgar dinheiro. 

Outro ponto relevante do painel é sobre Brand Safety: sistemas como o Guardian checam um vídeo em milissegundos pra ver se ele se enquadra nas diretrizes da marca antes de qualquer impulsionamento. Além de acabar com o medo de “viralizar o que não devia”, isso permite que o conteúdo aprovado vire anúncio em apenas um clique.

Achou que a gente ia esquecer os afiliados?

O mercado global de afiliados movimenta mais de 18 bilhões de dólares ao ano. Mas poucas marcas, ainda que tenham programas, lucram de verdade. 

O erro, segundo esse painel aponta, é tratar o afiliado como um “vendedor isolado”. Ele é um creator de performance que domina o funil onde a marca, muitas vezes, não chega. 

71% das pessoas já fizeram uma compra após ver o conteúdo de um creator, o que explica como os afiliados constroem um contexto real pra compra, ao invés de replicarem uma publi qualquer. 

Pra ser mais estratégico com afiliados, é interessante usar IA na curadoria dos creators que dão match com a marca; educar o afiliado sobre o produto e práticas da plataforma; e transformar o que funciona no orgânico em campanha de alta performance via Partnership Ads.

E também teve toda uma parte do dia focada nos creators! Começando pelo painel “O que é ser criativo em 2026?”

As palestrantes, incluindo a dupla de creators Two Lost Kids, explicaram que criatividade é prática, ninguém nasce sabendo. Por isso, é preciso abandonar a busca pela ideia perfeita e focar na tentativa e erro, a partir das vivências do cotidiano. 

O maior erro criativo é demorar tanto pra fazer algo perfeito, que você até se desconecta da conversa com o público. Curadoria + Interpretação + Timing Cultural = é o que funciona. 

Se a ideia não sai do papel, ela não existe. Então testar, ajustar e trocar é o segredo do sucesso aqui. 

Do Global ao Local: Creators Brands

Nesse painel, que contou com a presença dos creators Jana Rosa e Gabb, as palestrantes falaram sobre o dilema constante sobre liberdade criativa e controle. 

Do lado dos creators, a vontade de fazer algo que funcione pra comunidade deles. Pras marcas, briefing engessado e muitas camadas de aprovação. 

Por que, mesmo sabendo que um conteúdo vai flopar, ele vai pro ar? Muitos creators jogaram a toalha e simplesmente postam porque estão sendo pagos pela marca, mas isso também não significa ter que aceitar de tudo. É importante acreditar no trabalho pra sobreviver na internet à longo prazo. 

Um destaque importante: o Instagram é visto como a plataforma mais segura pra trabalhar com marcas. Isso é interessante na hora de firmar o acordo com uma marca, porque o creator precisa ressaltar que ele tem mais previsibilidade da entrega com a sua comunidade – já que ele a conhece muito bem. 

Estamos em 2026: cadê sua estratégia?

Se você é leitor da YOUPIX, sabe que a gente cita a estratégia como ponto fundamental pra qualquer coisa dar certo em qualquer formato na internet. 

Esse painel destacou a importância de olharmos pro Reels como uma ferramenta de crescimento, ao invés de só um formato de vídeo. Os vídeos curtos no Instagram, inclusive, muitas vezes performam melhor do que o conteúdo original pensado pra outras plataformas. 

Um guia prático pra fisgar a atenção da audiência:

  • Você tem só 2 segundos (ou menos). Use áudio, vídeo ou texto impactante logo de cara pra travar o usuário;
  • Use pessoas reais (clientes, creators ou funcionários). Isso aumenta a taxa de conversão em 29%;
  • Abuse dos cortes rápidos e transições pra criar ritmo e a “magia” no vídeo – usar o Edits, desenvolvido pela própria Meta, faz toda a diferença na performance, viu?;
  • Use texto pra amplificar a história;
  • Eleve o áudio de fundo pra manter a atenção ao longo do vídeo.

Ainda, vale falar sobre como a Meta AI pode ajudar no processo, identificando os motivadores que fazem o seu público comprar, produzindo prompts de mão beijada e encontrando audiências inesperadas.

Ao longo do dia, descobrimos como ninguém precisa ser uma celebridade ou influenciador famoso pra ter sucesso, porque as ferramentas oferecidas pela Meta ajudam os creators a começarem suas jornadas de qualquer lugar. No Instagram, por exemplo, o creator encontra as ferramentas certas pra ampliar suas oportunidades de monetização, como os Anúncios de Parcerias. Também foi muito gratificante ver como uma das maiores empresas de comunicação do mundo levanta a bandeira da cocriação como estratégia fundamental no sucesso de qualquer campanha, algo que a gente assina embaixo.


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