Descubra seu perfil e o que você precisa fazer pra chegar no sucesso

Assim como acontece no universo das borboletas, existem vários tipos de creators. Alguns ainda nem foram inventados, outros já saíram de moda, outros estão voltando com tudo. Mas tem uma galerinha que tá sempre por aí com o mesmo tipo de perfil, só que em contextos distintos.
Na onda de resgatar os testes do BuzzFeed, que eram incríveis, o textão de hoje ajuda a descobrir o tipo de creator que você é! Mas não se assuste caso você seja uma marca – que hoje em dia também precisa ser um pouquinho creator – ou se você ainda for uma lagarta no casulo. Sua hora vai chegar.
Lembrando que a ideia aqui não é rotular ninguém, nem cagar regra, tá? Se diverte um pouquinho nesse feriadão e foca em construir sua marca pessoal e fortalecer comunidade 🙂
Celebridade
Esse tipo de creator funciona mais ou menos como as celebridades agiam antigamente, seja das artes, da música, do esporte ou da high society: você quer saber o que essa pessoa faz da vida. O tempo inteiro. E essa pessoa pode fazer conteúdo de vlog, atuar mais nos stories, fazer humor ou até falar de coisas sérias, mas a pegada dela é ser ela mesma. Trazer autenticidade do conteúdo, não importa o contexto.
Uma das maiores referências desse tipo de creator hoje, no Brasil, é o menino Láctea, que tem o sorriso mais cativante da internet. Ele faz vídeos engraçados trazendo aquelas situações do cotidiano que, normalmente, você não comenta com ninguém. E aí se surpreende quando vê que tem mais gente que pensa que, se não chegar no poste antes do carro dobrar a esquina, vai morrer. Tem o Icaro Bonfim, que além de ter um dos facecards mais lindos das redes, quando abre a boca fala muita coisa boa. Como é bom ver homem bonito e inteligente, né?
Outro é o Matheus Teodoro, que mostra muitas situações vividas por amigos e também fala bastante de futebol. Já o Luther Rocha, por exemplo, tá sempre na estica, também fala de música, mas não precisa deixar de lado as piadas e vídeos engraçados. O Fabão, que é hilário e sempre tem umas histórias muito legais pra contar sobre a vida. A Luana Zucoloto é humorista, mas mostra os produtinhos que usa, conta perrengues da vida, mostra a família, a rotina e por aí vai. É aquele papo de que tudo bem ter um nicho, mas não é pra ficar amarrado nele, sabe?
Podemos combinar de incluir aqui os streamers grandões tipo TET e Brino? Valeria uma categoria só pra esse tipo de creator, que vive de lives. Mesmo que você não os veja ao vivo, os cortes (longos ou curtos) te acompanham no seu almoço.
Profs. da Internet
Aqui cabe uma porrada de gente: Atila Iamarino, Mari Krüger, Nath Finanças, Pedro Loos, Iberê do Manual do Mundo… e se a gente colocar o Dr. Drauzio Varella nessa conta? Ele exerceu a medicina por muito tempo antes de simplificar a linguagem médica na TV e, hoje, tá na internet também! Sem contar em outros médicos, como o Ricardo Kores, famoso por vídeos envolvendo rosquinhas pra explicar uma parte do corpo humano; o Dr. Maravilha, apelido do Vinicius Borges, que fala sobre saúde da população LGBTQIA+, a Gabi Prioli com análises políticas – e muita blogueragem e dicas de make e looks, viu? E vale também destacar o biólogo Yago Stephano, combatendo a desinformação na área da ciência.
Impossível não mencionar nessa lista, apesar dela ser interminável, um quarteto que a YPX é muito fã: Paulo Aguiar e Ana Freitas, que falam muito de IA e tecnologia pra criação de conteúdo; e Vic Gaibar e Jonas, com soluções criativas e acessíveis pra quem quer sair dos formatos mais óbvios.
Comunitários
A partir da lógica que a gente tá propondo nesse textão, essa talvez seja a categoria com mais gente na conta. Isso porque ela passa, desde os milhares de creators do nicho de beleza (que domina pelo menos 25% do mercado brasileiro, como aponta a pesquisa Creators & Negócios 2025), a turma do True Crime, encabeçada pela dupla Mabê e Carol no podcast Modus Operandi; gente como o Pietro Reis, que tem um podcast incrível sobre música e cria conteúdo sobre esse nicho, mas também dando seus pitacos sobre outros temas. Basicamente, toda a turma do podcast também tá aqui: de Não Inviabilize, um dos mais ouvidos do planeta, ao Mamilos e Rádio Novelo, referências no formato.
Por outra ótica dessa mesma categoria, tem os creators que não dependem de outro formato pros seus conteúdos além dos vídeos, por exemplo: tamo falando da Jojoca, que começou no YouTube, mas hoje posta vídeos curtos no Instagram e no TikTok falando sobre entretenimento e feminismo; a Patrícia Ramos, que fala de beleza e autoestima – também com muito humor; a Maria Bopp, que fala de política de um jeito irônico e sutil por meio de personagens; e a Juvi Chagas, que sempre que posta um vídeo, parece que sentou no sofá da minha casa com uma xícara de café pra trocar uma ideia suave. Nicho de viagem? Temos também! Marina Guaragna pra quem prefere os vídeos curtos e Mundo Sem Fim pra quem curte ver os longos no YouTube.
Profissionais que viraram creators
Dr. Auzio super caberia aqui também, tá? Mas a gente tem alguns exemplos maneiros, de profissionais muito talentosos, com linguagem acessível, mas que talvez, sem a amplitude que a internet oferece, pouca gente conhecesse o trabalho.
Temos os psicanalistas incríveis Ana Suy e Christian Dunker, que até lançaram livro juntos; a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa, famosa por explicar como funciona a mente dos criminosos que a gente conhece nos conteúdos de True Crime; a advogada Fayda Belo, que detém uma das oratórias mais invejáveis da internet e nos alerta sobre golpes e situações jurídicas que podem cair como uma bomba no colo de qualquer adulto; a professora Rita von Hunty, que divide a disciplina de Sociologia com seus seguidores na internet; preciso nem comentar sobre as receitinhas que a gente pega no canal da Chef Paola Carosella, né?
Páginas
Esse conceito surgiu no Facebook, quando muitos filmes, documentários e até comunidades de pessoas adotaram o formato “página” pra compartilhar conteúdos que dialogam com a comunidade. Não necessariamente esse conteúdo era criado organicamente, tá? Muitas páginas fazem uma curadoria de outros conteúdos e replicam com link, ou numa artezinha pra creditar quem pensou na ideia, mas passando a pauta adiante. Essas páginas levantam análises, contam histórias como ninguém e funcionam como as revistas digitais de hoje em dia.
Tem a Obvious, da maravilhosa Marcela Ceribelli, a Pretitudes, a Contente.vc, o The Summer Hunter, e por que não incluir a Trip (e a TPM), que é revista, mas muita gente (principalmente mais nova) descobriu só na internet e traz entrevistas, tirinhas, pautas contemporâneas e antigas.
Creators que são marcas
Aqui um verdadeiro portal se abre, então vamos colocar poucos exemplos, que dizem muito: creators como Boca Rosa, o Tássio do Herdeira da Beleza e Camila Coutinho perceberam que podem usar a autoridade e reconhecimento que possuem no nicho da beleza pra, ao invés de conseguir #publis, lançar suas próprias linhas de produtos e ganhar diretamente em cima da conversão das suas comunidades. Nada melhor do que indicar o próprio produtinho, né mores?
Essa galera sabe muito bem o que fazer com as comunidades que construíram ao longo da carreira, o que pavimenta de forma muito sólida o caminho pra estruturar uma marca que se sustente no longo prazo, caminhando até, de certa forma, independentes do conteúdo que criam. Viram CNPJs diferentes.
Quem explica muito bem essa distinção é a Lela Brandão, que a partir do podcast Gostosas Também Choram formou uma comunidade fiel, que hoje também é consumidora da sua marca de roupas acolhedoras, a Lela Brandão Co.
Marcas que são creators
Aqui vai ser a categoria mais rápida, porque a YOUPIX também merece ganhar umas #publis ao invés de ficar indicando marcas de graça por aí, né? Mas vale destacar, com larga distância pras outras, o trabalho do Duolingo, que age como um creator na interação pelas redes sociais.
Parece estranho ouvir que uma marca “precisa agir como creator”, mas é porque são eles os experts em criar pontes com a audiência. Por isso o Marketing de Influência cresce tanto, né? Foi assim que a Karla Cimed fomentou um baita engajamento e hoje, a sua imagem e a da marca, são coladinhas.
Mas é preciso também aprender a construir a narrativa que vão agregar na imagem da própria marca, a partir da personalidade que ela constrói na internet. Pra surfar na Creator Economy, ninguém pode se dar ao luxo de assistir as ondas da areia.

Tá… agora o que eu faço com esse monte de informação?
Antes de mais nada, dá uma pincelada rápida pelas categorias pra entender onde, mais ou menos, você se encaixa. Agora, pra você que ainda é lagarta no casulo, ou já se vê como uma borboleta, mas que ainda não voa pra longe, chegou a hora de jogar todas as suas fichas na profissionalização do seu projeto de conteúdo.
Pra te dar um empurrãozão, a YOUPIX lançou o Business Lab pra Creators: dois dias de imersão presencial pra você sair com um plano real, uma estrutura de negócio e a chance de apresentar seu projeto no palco do YOUPIX Summit, na frente do mercado inteiro. E sim, pode se beliscar porque não é sonho… tudo isso vai acontecer NA GLOBO!
A gente bate muito na tecla de que sucesso não é viralizar com um conteúdo, mas se manter à longo prazo na internet. O Business Lab é pro creator que já tem audiência e faz #publi, mas ainda depende dela pra viver. Ou pra quem já sacou que precisa aplicar um olhar empreendedor no seu conteúdo, mas ainda não sabe por onde começar. E o creator que acha que tem estratégia, mas não montou nenhum planejamento sólido?
Vem conhecer essa verdadeira imersão na criação de conteúdo e entenda o que tá dando errado, deixe de ser só mais um creator e construa conteúdo que dá dinheiro de verdade! Clique aqui e se inscreva:
Esse texto foi originalmente publicado na YPX News. Para se inscrever, clique aqui!