Creator’s business

Creator Economy

Plataformas

Estudos & Relatórios

Influência & Marcas

Diretório de Agências

E aí, I.A. O presente e o futuro da criação de conteúdo – Com Paulo Aguiar no YOUPIX Summit 2025

O conteúdo a seguir é a recapitulação da palestra “E aí, I.A. O presente e o futuro da geração de conteúdo “, que aconteceu no YOUPIX Summit 2025.
O resumo foi gerado pelo Gemini.

 

Palestrante: Paulo Aguiar (Creator, Diretor de Criação, Cofundador do Cria, Designer, Professor e Consultor)

Tá sem tempo? Leia só isso:

A IA não é apenas uma ferramenta, é a copiloto criativa que permite aos criadores acelerar processos e, o mais crucial, criar o que antes era impossível. Todo criador deve reaprender a criar e entender que a chave para a relevância é focar em habilidades humanas como o pensamento criativo, curiosidade e raciocínio lógico, usando a IA para multiplicar o potencial delas. Prepare-se: 39% das habilidades essenciais dos creators vão mudar até 2030.

O que rolou:

Paulo Aguiar detalhou a revolução da IA na criação de conteúdo, defendendo que todo creator se tornará um especialista em IA. Ele compartilhou seu processo criativo híbrido (humano-IA), no qual a IA acelera a geração de ideias, roteiros medíocres e prompts de cena (como na criação de um vídeo de animação para Novalgina). O palestrante enfatizou que a plataforma é indiferente; o que importa é a lógica de utilização. O ápice da apresentação foi a demonstração de uma automação criativa que, via Telegram, usa a integração de seis ferramentas (como HeyGen e ChatGPT) para gerar um vídeo completo de tela dividida em cerca de 15 minutos, a partir de um único link.

Bom insight:

Estamos entrando na era onde o criador não só produz mídia, mas também pode criar serviços, aplicativos e plataformas para seu público, utilizando ferramentas de low-code ou vibe coding (como o Lovable). Se você tem uma ideia e consegue descrevê-la, você pode transformá-la em um MVP funcional para testar no mercado.

Outros pontos importantes:

  • O Ciclo da Criação: Para usar bem a IA, você precisa Repensar seu Processo Criativo, Conhecer as Melhores Ferramentas, Multiplicar pela Prática e Dividir pelo Controle (quanto mais controle você quer ter, mais difícil será o resultado).

  • Ferramentas Essenciais: Ele destacou HeyGen (para avatares, clones e tradução/dublagem em 100+ idiomas), Crea FPCK/Higgsfield (para criar Loras ou modelos de IA com a sua cara) e Lovable (vibe coding).

  • Habilidades do Futuro: As habilidades mais valorizadas nos relatórios do Fórum Econômico Mundial são humanas: pensamento analítico, resiliência, liderança e pensamento criativo. A IA está lá para potencializar essas habilidades.

Pra fechar:

Para prosperar na era da IA e evitar ser ultrapassado pelo avanço rápido da tecnologia, Paulo Aguiar deixou três questionamentos para reflexão diária:

  1. O que você faz hoje que pode ser delegado para IA? (Foque em automação e produtividade).

  2. O que só você é capaz de fazer? (Invista no conteúdo autêntico).

  3. O que você sempre quis fazer que não era possível? (Use a IA para materializar ideias ambiciosas e impossíveis).

Conteúdos relacionados

Entenda o que o recurso muda pra creators e marcas que trabalham com marketing de influência na plataforma. O Threads acaba de lançar o “Trending Now” no Brasil, um recurso que exibe até 5 assuntos em alta em tempo real. A IA determina esses assuntos com base no engajamento atual da plataforma. A funcionalidade aparece […]

A FKD Influencers ampliou sua operação de brand safety com IA e análise semântica pra avaliar influenciadores antes das campanhas começarem. A FKD Influencers acaba de ampliar sua operação tecnológica com foco em brand safety, curadoria estratégica e inteligência de dados. A agência, que já tem equipe própria de desenvolvimento de produtos digitais liderada por […]

A Creator Economy ajuda a explicar o embate entre livros e telas Foto: @thaiscrissilva_/Pinterest Outro dia, rolando o feed infinito, me deparei com um vídeo de um colunista do The Times alertando sobre o que seria a “Era da Pós-Literatura”. Eu já estranhei de cara, porque esse negócio de “vivemos na Era de tal coisa” […]