Creator’s Business

Creator Economy

Influência & Marcas

Reflexões

Mapa da Creator Economy

Hub da Influência

Creator Economy oferece crescimento e diversificação de receita para agências

Com o esgotamento do modelo tradicional, players de comunicação passam a estruturar influência, conteúdo e creators como ativos estratégicos de negócio

A relação entre agências e Creator Economy está mudando (finalmente!). O que antes era tratado como uma ação pontual, quase sempre ligada a uma campanha específica, começa a ganhar um papel muito mais estratégico dentro do mercado de comunicação. Em um cenário de margens apertadas, clientes mais exigentes e instáveis, a Creator Economy aparece como uma alternativa para diversificar receita e criar modelos de negócio mais sustentáveis.

Esse movimento não acontece por acaso. O modelo tradicional de agência, baseado em fee mensal, mídia e campanhas pontuais, já não entrega a mesma eficiência de antes. As marcas querem presença constante, relevância, conteúdo que conversa com pessoas reais e, ao mesmo tempo, dados que comprovem impacto. Não é pouca coisa. E é justamente aí que a influência deixa de ser “só mídia” e passa a funcionar como uma estrutura de conteúdo e relacionamento a longo prazo.

O mercado está mudando – pra melhor!

Nos últimos anos, o mercado viu a profissionalização acelerada da Creator Economy. Criadores viraram empresas, plataformas viraram ecossistemas e o conteúdo passou a ser tratado como negócio. Para as agências, isso significa mudar de papel: menos execução pontual e mais construção contínua, com creators integrados à estratégia de negócio das marcas.

Um exemplo recente desse reposicionamento vem da MField, que anunciou uma reestruturação para ampliar sua atuação junto a marcas e agências. A empresa passa a apostar em hubs próprios de creators, estruturas always-on e uma relação mais próxima com agências, olhando para influência como parte do dia a dia da estratégia e não como algo pontual.

Esse tipo de movimento ajuda a traduzir uma mudança maior do mercado. Em vez de “ativar creators”, a lógica agora é construir estratégias de conteúdo que funcionem ao longo do tempo. Isso traz mais previsibilidade, mais escala e resolve uma dor antiga das agências: como conectar criatividade, relevância e resultado de negócio na mesma entrega.

Não por acaso, setores como varejo, tecnologia, fintechs e apps têm acelerado esse tipo de modelo. A Creator Economy começa a ocupar um espaço onde branding e conversão deixam de ser opostos e passam a trabalhar juntos.


Análise YPX

O avanço da Creator Economy como fonte de receita para agências é uma mudança positiva. Em um cenário de crise de atenção, queda de eficiência da mídia tradicional e cansaço de conteúdos puramente publicitários, os creators representam algo que o mercado precisa desesperadamente: construção de comunidade e recorrência.

Quando as agências passam a tratar creators como negócios estratégicos e não apenas como mídia, surgem novas possibilidades de crescimento: operações de UGC, captação, social commerce, afiliados, hubs proprietários e licenciamento de formatos. Tudo isso amplia o sucesso dos projetos e reduz a #publidependência dos creators, que podem participar de um hub com diversos formatos de entrega pra além da publi.

Esse movimento conversa diretamente com o que a YOUPIX vem apontando nos últimos anos: a Creator Economy deixou de ser uma parte pequena do marketing e passou a ser estratégia central da comunicação. Da descoberta à conversão, passando por comunidade, conteúdo e dados, os creators ocupam hoje um papel central na construção de valor de uma marca.

Conteúdos relacionados

Felipe Yagi, da Volvo, estreia nova temporada do Influência com Sotaque falando sobre por que marca precisa de conteúdo regional pra engajar de verdade. A Sotaq, uma das maiores agências de marketing de influência do país, estreou a nova temporada do podcast Influência com Sotaque, dedicado a conversas com lideranças de marketing sobre a Creator […]

O título é meio bait, porque a gente sabe que sim. Mas nada a melhor do que a dica sincera de um creator que já testou o produto que você quer comprar. Né? Comprar por influência virou parte da nossa rotina de consumo. Será que ainda faz sentido chamar de tendência um comportamento que já […]

WhatsApp bateu recorde de 29 milhões de mensagens por segundo durante a Copa 2026. O torcedor não fica mais numa tela só. O Mundial de 2026 terminou neste domingo e confirmou uma coisa que a gente já trouxe no Re:lance, nosso estudo sobre a Copa. O torcedor não fica mais parado numa tela só. Enquanto […]