
Todo mundo é criativo.
Toda marca é “inovadora”.
Toda campanha tem um manifesto, uma ideia ousada, uma estética impecável.
Mas e aí? Tá gerando resultado?

Ou seja, ideia boa que performa.
Campanha que emociona, sim — mas que também entrega awareness, conversão, engajamento real.
E não estamos falando de likes vazios ou KPIs maquiados.
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Hoje, ela está acessível, abundante, replicável.
Tem IA gerando layout, brainstorm viralizado no TikTok, pitch de campanha
no Reels…
O diferencial agora não é ter uma “grande ideia”, mas fazer essa ideia gerar impacto mensurável — em tempo real.
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Os creators.
Enquanto o mercado tradicional ainda discutia o “retorno emocional” de uma peça, a Creator Economy já estava entregando ROI, CAC, click, share e sold out.
Eles sabem: se a ideia não performa, ela morre no algoritmo.
Por isso, testam, ajustam, remixam e relançam, em um ciclo ágil — mais próximo da realidade do consumo atual do que da lógica publicitária tradicional, com suas infinitas camadas de aprovação.
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E quem ainda trata criatividade como fim, e não como meio, vai perder relevância.
Porque agora o briefing exige mais do que impacto visual: exige entrega de verdade.
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Estamos libertando ela da bolha da autopromoção publicitária.
Criatividade boa hoje é a que:
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É o conteúdo:
E quem entender isso — seja marca, agência ou creator — vai liderar a próxima década.
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Escrito por: Flávio Santos,
CEO da MField e autor do “Economia da Influência”, direto do Cannes Lions 2025.