Se antes o futebol era mediado principalmente pela televisão e pelo jornalismo esportivo, hoje ele circula por um ecossistema muito mais amplo, feito de creators, comunidades e plataformas que interpretam o jogo em tempo real. O que acontece em campo continua importante, mas já não é o suficiente. A Copa do Mundo também passou a acontecer nas conversas, nos conteúdos e nas narrativas que se formam na internet.
Nesse cenário, creators assumem um papel de mediação cultural, conectando o futebol a discussões sobre comportamento, identidade e pertencimento. Ao mesmo tempo, as marcas enfrentam uma mudança estrutural: aparecer já não garante relevância. A disputa passa a estar na capacidade de participar dessas conversas com mais substância.
É nesse contexto que a Creator Economy se consolida como parte central do jogo — mais estruturada, mais competitiva e, finalmente, mais estratégica. E é a partir disso que surge a pergunta que guia este estudo: como a Copa mais cara da história vai ser interpretada na era da Creator Economy?
A Copa como fenômeno de conteúdo, cultura e negócio.
Poder, identidade e disputa de narrativas.
O mundo inteiro de olho na nossa estética e comportamento.
A mudança no consumo de conteúdo esportivo.
a Copa como fenômeno de conteúdo, cultura e negócio.
71% dos brasileiros pretendem acompanhar o campeonato em 2026, um percentual 12% acima da média global (e maior que o interesse registrado em edições anteriores)*. Todo mundo vai estar falando com eles. Como você pretende se destacar?
*Fonte: Ipsos
06/04 às 18h – canal do YouTube
Se o campeonato virou uma disputa de narrativa, faz sentido a gente transformar esse estudo em conversa, né?
Pra marcar o lançamento do Re:Lance, vamos nos reunir com convidados especiais pra discutir os principais insights da pesquisa e o que realmente tá em jogo na Creator Economy durante a Copa de 2026.
A ideia é colocar diferentes perspectivas na mesa e tensionar o que o mercado ainda não resolveu: relevância, participação e o papel de cada player nesse novo cenário.