Creator’s business

Creator Economy

Plataformas

Estudos & Relatórios

Influência & Marcas

Diretório de Agências

“Ela não segue o Briefing” – A relação com as marcas tem espaço para quem não aceita briefing engessado?

Este resumo exclusivo foi gerado pelo Gemini a partir das transcrições das palestras do YOUPIX Summit 2025

Palestrantes:
Mediadora: Lud Côrrea – coordenadora de Learning Solutions na YOUPIX
Karol Pinheiro, Jornalista e Influenciadora Yay Produções
Maqui Nóbrega, Co-Fundadora Yay Produções
Wladia Goes, criadora de conteúdo

Tá sem tempo? Leia isso: A maior prioridade do criador deve ser a Credibilidade e a relação com a Audiência. “Se eu falar a frase que tá pronta no teu briefing, a minha audiência vai perceber”. Para os criadores, a marca é “só mais uma marca”, mas a audiência é o ativo mais valioso, e a autenticidade é o fator que sustenta o negócio a longo prazo.

Breve Resumo: O painel abordou a tensão entre as marcas que buscam autenticidade e cocriação e, na prática, engessam o trabalho do criador com briefings fechados e roteirizados. As criadoras defenderam que não se trata de “não seguir o briefing“, mas sim de rejeitar o formato engessado e a falta de verdade. A recusa em seguir o roteiro é uma estratégia para garantir que o conteúdo performe bem e que a marca as contrate novamente.

Um Insight: É inaceitável para o criador fazer publicidade de um produto que não foi testado. A marca que pede para o criador falar de um produto que sequer chegou na casa dele ou que ele não consome comete um erro que a audiência pode perceber. Criadores como Vladia Gois avisam a audiência com um “alerta de teste” quando estão testando um produto novo.

Outros pontos importantes:

  • O futuro saudável é a marca entender que cada criador tem uma diversidade de personalidade e estilo. O criador deve ser visto como alguém que pode propor outro jeito de comunicar, e não ser apenas um ator.

  • A relação long-term (um ano ou mais) é a estratégia mais benéfica, pois permite que o criador conheça a marca a fundo e participe ativamente da estratégia.

  • Criadores 50+ são um público em crescimento, com alto poder de consumo, e as marcas precisam contratá-los para falar de produtos direcionados a peles maduras ou assuntos como climatério/menopausa.

  • A Cocriação é para todos, inclusive para criadores menores (Creators Bush), que têm mais dificuldade de recusar trabalhos.


Fechamento: “Ser chata não é ruim”: o criador precisa ser exigente e ter a coragem de bater o pé, pois é quem mais conhece a própria comunidade.

Conteúdos relacionados

Conheça algumas mulheres da Creator Economy que admiramos e que ajudam a construir, pensar e movimentar esse mercado todos os dias. A Creator Economy é construída todos os dias por pessoas que criam conteúdo, pensam o mercado, pesquisam tendências, desenvolvem tecnologia e constroem negócios a partir da internet. Por isso, é um ecossistema que envolve […]

Dani Calabresa assina com a Mynd e inicia nova fase de carreira, reforçando o movimento de artistas da TV que passam a estruturar presença no ecossistema digital. Durante muito tempo, a carreira de artistas no Brasil seguiu um roteiro relativamente previsível: televisão, cinema, teatro e publicidade. Nos últimos anos, porém, esse roteiro começou a mudar. […]

Nova obra do fundador da Play9, “A Era da Influência” analisa como criadores se tornaram mídia e por que a comunicação mudou de vez Se alguém ainda tinha dúvidas de que a Creator Economy virou um dos temas centrais da comunicação contemporânea, ela acaba de ganhar mais um registro editorial. João Pedro Paes Leme, fundador […]