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Mynd reforça núcleo criativo e anuncia Lais Duarte como nova diretora de dramaturgia

O movimento sinaliza um investimento claro no fortalecimento do seu núcleo criativo e no desenvolvimento de projetos autorais com atores, ampliando o diálogo entre linguagem, elenco e estratégia criativa dentro da companhia.

A Mynd, maior agência de marketing de influência e entretenimento da América Latina, anuncia a chegada de Lais Duarte como nova diretora de dramaturgia.

Com mais de 20 anos de experiência no mercado audiovisual brasileiro, Lais passa a integrar o time com a missão de estruturar processos criativos, impulsionar o desenvolvimento de talentos e contribuir para a criação de narrativas que façam sentido cultural, artístico e estrategicamente — tanto para o entretenimento quanto para as marcas.


Um novo olhar para projetos, talentos e narrativas

Formada em Cinema, com pós-graduação em Produção Cultural Brasileira, Lais construiu uma trajetória sólida no desenvolvimento artístico e na análise de projetos audiovisuais. Ao longo de sua carreira, passou por empresas como Condé+, BTArts e AGrain, atuando diretamente no agenciamento de talentos, no planejamento estratégico e na prospecção de atores para novelas, séries e filmes premiados internacionalmente.

Sua experiência ao lado de diretores de elenco consagrados e sua escuta atenta dos processos criativos fazem parte do repertório que agora passa a fortalecer o núcleo de dramaturgia da Mynd — com foco em projetos que alinhem narrativa, elenco e propósito criativo.

“Chego à Mynd motivada pelo desafio de construir dramaturgias potentes, que dialoguem com o nosso tempo e com o público de forma honesta e inovadora. Quero colaborar no desenvolvimento de projetos que valorizem processos criativos consistentes, a escuta e a troca coletiva, ajudando a transformar boas ideias em narrativas fortes, viáveis e com identidade”, afirma Lais Duarte.



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A chegada de uma diretora de dramaturgia a uma agência de influência diz muito sobre o momento atual do mercado: influência não é apenas distribuição de rostos — é construção de narrativas.

Mas há uma camada ainda mais estratégica nesse movimento.

Por que esse movimento importa:

  • Agências estão revendo o papel do casting. Não basta mais ter “bons nomes na prateleira”. O mercado exige talentos lapidados, preparados e com visão de longo prazo, capazes de transitar entre entretenimento, publicidade e autoria.

  • Desenvolver talento é tornar o creator comercialmente mais forte. Dramaturgia, escuta criativa e estrutura narrativa ajudam artistas e creators a ampliarem repertório, melhorarem presença, aprofundarem discurso e se tornarem mais interessantes para marcas que buscam algo além do óbvio.

  • Conteúdo que pensa narrativa vence conteúdo que só pensa algoritmo. Em um cenário dominado pela lógica de “criar para performar números”, investir em dramaturgia é apostar em projetos que repensam formatos, desafiam o algoritmo e constroem valor cultural, não apenas alcance imediato.

  • Marcas estão em busca de histórias, não apenas visibilidade. Agências que ajudam seus talentos a construir narrativas consistentes entregam soluções mais completas — e mais estratégicas — para anunciantes.

A Creator Economy está amadurecendo. E amadurecer significa sair da lógica do “conteúdo que ganha do algoritmo” para o conteúdo que cria vínculo, identidade e desejo.

O que o mercado pode aprender com esse movimento:

  • Influência e entretenimento caminham cada vez mais juntos — e isso exige processos criativos estruturados.

  • Agências que investem em pensamento narrativo ampliam seu valor estratégico para marcas, plataformas e talentos.

  • O futuro da influência passa menos por volume e mais por qualidade criativa, autoria e consistência.

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